CARPLACE

Viagem-teste de 1.000 km: JAC J2 – No caminho da evolução

JAC J2 (4)

É uma questão de tempo para que as marcas chinesas cheguem ao padrão de qualidade das coreanas, e até das japonesas. Basta ver que o iPhone é “Made in China”, embora o projeto e o design sejam norte-americanos. Na China há fábricas de alto nível de construção, como as alemãs Audi, BMW e Volkswagen, entre outras. E com isso os chineses vão ganhando “know how” para melhorar seus produtos. É o caso da JAC e seu mais novo rebento, o pequeno J2.

Das marcas chinesas que atuam no Brasil, a JAC é a mais preocupada em vender um carro adaptado às nossas condições. Uma equipe de engenheiros do grupo importador SHC trabalha em itens como suspensão, direção, motor e acabamento no projeto do carro para o Brasil. Já andei num J3 original chinês e garanto que a diferença para o J3 “brasileiro” é nítida em termos de dirigibilidade e qualidade. Pensar no J2 como um modelo mais moderno e, portanto, mais evoluído que o J3 me fez nutrir boas esperanças quanto ao carrinho.

JAC J2 (3)

Começando pelo design, o J2 é o JAC mais atraente. Faróis em forma de gota, carroceria redondinha, linha de cintura ascendente e lanternas traseiras que dominam boa parte das colunas fazem dele um hatch agradável aos olhos. Na ruas, houve até quem o achasse mais bonito que o Kia Picanto, o rival mais direto em termos de tamanho. Mas o J2 não resiste a um olhar mais crítico: o carro testado tinha gaps de carroceria na porta do passageiro e na junção do para-choque traseiro. E a pintura também revelava algumas falhas no capô.

Por dentro, o acabamento plástico que imita fibra de carbono faz boa figura, enquanto o tecido dos bancos revela mais cuidado do que a maioria dos chineses. Interessante notar que o quadro de instrumentos acompanha a coluna de direção, ajustando em altura junto com o volante. O conta-giros é minúsculo, mas tem seu charme (parece aqueles reloginhos de carro preparado), ao passo que a iluminação azulada com ponteiros vermelhos dos instrumentos é um pouco exagerada à noite. O acabamento não exibe grandes deslizes, apenas uma rebarba aqui, outra ali, sendo mais apresentável do que outros compactos que também falam mandarim. Senti falta apenas de um porta-luvas com tampa.

JAC J2 (12)

Ponto negativo para a localização dos comandos dos vidros elétricos, no centro do painel e em posição baixa, que tira a atenção do motorista ao manejá-los. Mas pior é falta de saídas de ar centrais (há apenas uma no meio do painel, virada para cima, em direção ao para-brisa). No calor de verão do Rio de Janeiro, para onde viajamos com o J2, a cabine demorava para esfriar. Para complicar, as saídas laterais não param no lugar, e acabam virando para baixo com fluxo de ar, exigindo que o motorista encontre outra posição para deixá-las – que obviamente não joga o ar gelado onde você quer. O rádio tem recepção razoável e CD player, mas uma falha: quem usa entrada mini-USB? Outra economia foi feita nos limpadores: na frente só tem um, como no Toyota Etios, e atrás simplesmente não existe – e não venha me dizer que o “spoiler” na traseira evita sujar o vidro, porque ele ficou imundo rapidinho e prejudicou a visibilidade sob tempo chuvoso.

O J2 usa o mesmo motor 1.4 16V a gasolina do J3, e isso é bom. Pesando apenas 915 kg, o subcompacto fica esperto com os 108 cv e 14,1 kgfm disponíveis. Só que na teoria ele é melhor do que na prática: há clara falta de força abaixo de 2 mil rpm, o que exige trabalhar o propulsor em giros elevados para se obter boas respostas – o motor só ganha mais fôlego ao passar das 4 mil rpm. Na estrada, as retomadas são feitas a contento e o J2 não perde o pique nas subidas, mantendo os 120 km/h permitidos sem necessidade de reduções. Ainda assim, confesso que esperava mais em termos de desempenho: nosso teste registrou aceleração de 0 a 100 km\h em apenas razoáveis 12,6 s, enquanto fábrica divulga otimistas 9,8 s.

JAC J2 (8)

Performance à parte, o que mais me incomodou no J2 foram os pedais sem progressividade. Os três têm curso curto, do tipo “liga-desliga”. Empreste esse JAC ao manobrista e repare que ele vai deixar o carro morrer na primeira saída. Os freios também são sensíveis, embora tenham atuado bem nas paradas de emergência simuladas em nosso teste (80 km\h a 0 em 27,0 metros). A direção elétrica é leve nas manobras e não chega a ser boba na estrada, mas não espere sensibilidade nas curvas. Já as suspensões foram, para mim, o maior ponto positivo do carro. Aguentam bem a buraqueira e, apesar de deixar a carroceria inclinar em desvios rápidos, mostraram boa estabilidade nas curvas da Via Dutra e nos “cotovelos” da Serra das Araras. Comparado ao irmão J3 (com quem divide o conjunto independente nas quatro rodas), o J2 é bem mais acertadinho e firme em velocidades de viagem.

O ruído interno é um pouco elevado na estrada, mas não por causa do motor. O que incomoda é o barulho de rodagem dos pneus e do vento contra a carroceria, que entra pela vedação (ineficiente) das portas. A viagem entre São Paulo e Rio de Janeiro também me fez não gostar do banco do motorista, muito raso (deixa o corpo jogar nas curvas) e sem ajuste de altura – certamente uma falta para os mais baixinhos e mulheres. Chegando à Cidade Maravilhosa, a luz da reserva acendeu, me obrigando a parar no primeiro posto que achei – com a gasolina a “módicos” R$ 3,178 o litro. O consumo ficou em bons 14,2 km\l, lembrando que o ar veio ligado a viagem toda e mantive cerca de 120 km\h na maior parte do trajeto. O problema da baixa autonomia se deve ao tanque limitado, de apenas 35 litros. Se o J2 virar flex no futuro, isso terá de ser revisto, sob pena de uma autonomia ainda mais restrita com etanol.

JAC J2 (6)

Uma vez na cidade, o J2 se sente em casa. O tamanho diminuto (3,53 m de comprimento por 1,64 m de largura) o faz caber em qualquer “buraco” no trânsito e em qualquer vaga na hora de estacionar. A direção leve ajuda nas manobras, mas apresentou problemas. Algumas vezes, quando virávamos o volante até o fim de curso, o sistema elétrico simplesmente deixava de funcionar e a direção perdia a assistência – era preciso desligar o carro e ligá-lo novamente para o sistema voltar a atuar. Ainda falando em comportamento urbano, a média de consumo nessa condição ficou em 10 km\l.

De volta à estrada para o retorno a São Paulo, dessa vez viemos com uma passageira no banco de trás. Com três a bordo em uma viagem, claro que o porta-malas de somente 121 litros não deu conta das bagagens – mas aí é o preço a se pagar pela proposta urbanóide do carrinho. A boa surpresa ficou para o espaço interno até que suficiente no banco traseiro, dado o tamanho diminuto do hatch. Dois adultos viajam ali sem grandes apertos, contanto que os ocupantes da frente não sejam muito altos a ponto de recuarem demais o banco.

JAC J2 (25)

Entre virtudes e defeitos, o J2 não decepcionou durante os mais de 1.000 km de estrada. Mas, por enquanto, o maior atrativo do modelo ainda é o pacotão de itens de série e o motor 1.4 a preço de rival 1.0 menos equipado: por R$ 31.990, o J2 vem com ar, trio elétrico, direção elétrica, duplo airbag, freios ABS, rodas de liga, CD player e até sensor de estacionamento. A convivência como o novo JAC, porém, deixou claro que o caminho da evolução ainda está sendo percorrido pelas marcas chinesas.

JAC J2 (7)

Por Daniel Messeder
Fotos Rafael Munhoz especial para o CARPLACE – Veja portfólio

Ficha técnica – JAC J2

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros, 16 válvulas, comando duplo variável, 1.332 cm3, gasolina; Potência: 108 cv a 6.000 rpm; Torque: 14,1 kgfm a 4.500 rpm; Transmissão: câmbio manual de cinco marchas, tração dianteira; Direção: elétrica; Suspensão: independente McPherson na dianteira e dual link na traseira; Freios: discos vantilados na dianteira e tambores na traseira, com ABS; Peso: 915 kg; Capacidades: porta-malas 121 litros, tanque 35 litros; Dimensões: comprimento 3,535 mm, largura 1,640 mm, altura 1,475 mm, entreeixos 2,390 mm

Medições CARPLACE – valores entre parênteses se referem ao teste com ar-condicionado ligado

Aceleração
0 a 60 km/h: 5,3 s (5,5 s)
0 a 80 km/h: 8,1 s (8,6 s)
0 a 100 km/h: 12,6 s (13,4 s)

Retomada
40 a 100 km/h em 3a marcha: 13,1 s (13,6 s)
80 a 120 km/h em 5a marcha: N/A

Frenagem
100 km/h a 0: 42,5 m
80 km/h a 0: 27,0 m
60 km/h a 0: 15,1 m

Consumo
Ciclo cidade: 10,0 km/l
Ciclo estrada: 14,2 km/l

Números do fabricante
Aceleração 0 a 100 km/h: 9,8 s
Consumo cidade: N/D
Consumo estrada: N/D
Velocidade máxima: 180 km/h

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56 comentários

  1. LuBruMe

    14 de março de 2013 at 9:43

    Me dá a impressão que havia um problema na regulagem do motor do carro testado pq os números de aceleração da JAC estão mais condizentes com a relação peso/potência do carro (pode ser também que o motor foi "amarrado" de propósito para melhorar o consumo !) .

    • Pimentel_

      14 de março de 2013 at 10:38

      A Quatro Rodas mediu 0-100 nesse mesmo tempo que o Carplace. E o consumo não foi lá essas coisas, 10km/l na cidade e 14km/l na estrada é um consumo apenas bom, considerando que tem gasolina no tanque. Relação peso/potência é bonita no papel, mas na prática, frequentemente, a coisa não é tão bonita assim.

      • V8_sempre

        14 de março de 2013 at 19:15

        Verdade ! E consumo varia bastante mesmo, de fonte pra fonte (Ai não tem jeito, tem que comparar sempre sob a mesma fonte) !

        Curioso é o sistema do imetro… Onde o consumo na cidade e na estrada tem pouca diferença…. Já na AE, essa diferença chega a ser quase o dobro !

        12,6 s… Tbém é o tempo do AGILE 1.4 e VELOSTER 1.6 !

    • V8_sempre

      14 de março de 2013 at 19:27

      Uma curiosidade…. Algumas montadoras gostam de "matar aula" de matemática…. Inclui até a HONDA e FIAT !

      Se respeitar as leis mundiais da matemática… O motor é 1.3 !!!

      Só poderia ser chamado de 1.4, se tivesse acima de 1.351 cm3 !

      • Wellington_L

        14 de março de 2013 at 19:55

        Bem…, é dado que nossa legislação – sobre essa questão técnica – não permite (para baixo) o arredondamento do numerário de cilindrada.

    • Nnoitra

      14 de março de 2013 at 22:18

      O teste de 0 a 100 do fabricante pode ter sido feito em algum declive.

    • Alf

      13 de outubro de 2013 at 11:42

      O meu esta perto dos 8.000 km, não troco por nacional nenhum, para quem conhece a serra de Ubatuba, sabe o que estou falando, voou baixo na subida, sempre com o ar ligado. Até agora o único lance, foi mesmo a direção que deixou de funcionar uma vez, e a porra da saída de ar, que tive que prender com um papelão, vamos ver se resolvem na revisão dos 10.000 km…

  2. hugoavelar

    14 de março de 2013 at 10:01

    Pra mim esse carro é uma copia de tudo…. Traseira do novo Palio , painel do MINI e frente do Kia Picanto.

    • ahsoliveira

      14 de março de 2013 at 12:13

      não exagera! o J2 existe na china desde antes do novo palio e lanterna não mudou muito!

      • V8_sempre

        14 de março de 2013 at 19:16

        Entao…. Pelo lógica do amigo acima… Foi o PALIO que copiou o chines ! :-)

        • ahsoliveira

          15 de março de 2013 at 11:01

          particularmente não acho tão parecidas, apenas usam a mesma solução: lanternas verticalizadas zoneadas com formas internas circulares/semicirculares.

          • V8_sempre

            15 de março de 2013 at 20:18

            Sem dúvida, amigo!

    • mario

      4 de maio de 2013 at 22:25

      Você tá com inveja.Cuidado inveja mata mais que j2!!!k….k

  3. Pimentel_

    14 de março de 2013 at 10:21

    Características negativas relatadas pelo avaliador:

    1 – Gaps na carroceria e para-choque.

    2 – Rebarbas no acabamento.

    3 – Falhas na pintura.

    4 – Ar-condicionado que não gela.

    5 – Interior pouco ergonômico.

    6 – Motor que só responde em altos giros.

    7 – Direção pouco comunicativa em curvas e que perde assistência quando o volante é girado até o fim do curso.

    8 – Alto nível de ruído interno.

    9 – Banco do motorista raso e sem ajuste de altura.

    10 – Baixa autonomia.

    11 – Porta-malas de 121 litros.

    12 – Ausência de limpador traseiro.

    13 – Possui entrada mini-usb.

    14 – Pedais sem progressividade, do tipo "liga-desliga".

    15 – Performance ruim, 0-100 em 1s a mais que o Onix, que também é 1.4 e pesa mais de 100kg a mais.

    Junte a tudo isso o fato dele ser o irmão menor do J3, que foi o veículo com airbags que recebeu a pior nota no LatinNcap.

    Boa sorte pra quem quiser comprar essa bomba.

    • Wellington_L

      14 de março de 2013 at 12:43

      O colega (além do Sr. Messeder) esqueceu-se de mencionar outra "boa" característica: o questionado modelo subcompacto não possui o importante item protetor de cárter – até nem mesmo como opcional, diga-se de passagem.

      • V8_sempre

        14 de março de 2013 at 19:17

        Protetor de cárter é uma coisa de Brasil mesmo ! No mundo, isso quase não existe !

        • Wellington_L

          14 de março de 2013 at 19:27

          Pois é…

          Se não fossem nossos "buracos estradados"…

          <img src="http://i1101.photobucket.com/albums/g431/WMESTRE/IstoBrasil-Reduzida.jpg&quot; border="0" alt=" photo IstoBrasil-Reduzida.jpg"/>

          • V8_sempre

            14 de março de 2013 at 19:31

            Oo ! Essa aí até que está boa ! kkkk

          • @AmericaBuses

            25 de março de 2013 at 21:00

            Venha para Campo Grande, nenem, venha! Não pelos buracos, mas pelos remendos malucos.

          • Henrique_SSA-BA

            27 de março de 2013 at 2:46

            eu diria estrada de terra/barro com asfalto em alto relevo. rs

        • TvaxQuivax

          15 de março de 2013 at 2:16

          nos twingos (peças feitas na frança e montadas no uruguai) vem com protetor de carter original, com acabamento perfeito, nem se nota que tem. Esse carro aí é horrível mesmo

    • CharlesAle

      16 de março de 2013 at 0:57

      Ou seja,quem vai comprar esse carro,já passando aborrecimento logo ao sair da CSS,ai não dá,e outra,sem o limpador traseiro,aqui na minha chuvosa ABC não vira,pois na chuva e depois dela as ruas ficam imundas e não há vidro traseiro que fique limpo….

      • Luiz

        17 de março de 2013 at 23:44

        Eu comprei o carro e fiquei preocupado com a questão do limpador traseiro. Hoje peguei uma chuvarada infernal de Magé até Niterói (70 km) e, pra ser sincero, o limpador não me fez falta. Acrescentando que além de estar chuvendo muito, tbm já era noite.

  4. _Adriano__

    14 de março de 2013 at 11:34

    Zuado, mas tomare que venda, concorrencia é boa sempre

  5. yuri calmon

    14 de março de 2013 at 12:59

    MUITO Bom para uso URBANO !!!

  6. Milton_GT

    14 de março de 2013 at 13:05

    Mais um modelo chinês que será ignorado pelo Mercado. Por enquanto nenhuma marca chinesa conseguiu sucesso no Brasil.

  7. CARnivoroBH

    14 de março de 2013 at 13:40

    De todas as chinesas que atuam por aqui a JAC é a única que me passa mais seriedade…

    Segundo opiniões dos donos dos modelos o atendimento pós-vendas nas cs são bons e costumam resolver os problemas….

    Enfim… a JAc ainda precisa evoluir e este carro poderia custar uns $3 mil a menos… mas é um opção interessante para o uso urbano…

    • V8_sempre

      14 de março de 2013 at 19:19

      O J3 foi muito bem no teste de 60.000 km da 4R !

      Melhor que muitos nacionais como o PUNTO 1.4 ou os Peugeot que eles testaram nos últimos anos ! Segundo a revista !

      • CARnivoroBH

        15 de março de 2013 at 7:54

        Pois é… e a marca está evoluindo… acho que a Jac ainda vai aumentar suas vendas por aqui….

        Não é só porq ele foi mal no Ncap que merece ser chamado de lixo… claro que eles precisam melhorar isto pois segurança é essencial mas os nosso outros "nacionais" como o Sandero tb foram mto mal!!!

        Ela chegou aqui com preços altos mas agora seus produtos tiveram uma redução de preços e já estão interessantes…

        • Renato_Dantas

          17 de março de 2013 at 0:45

          Se foi mal no NCAP vamos chamá-lo de quê?, de carro?, verdadeiro lixo chinês

          • Luiz

            17 de março de 2013 at 23:46

            Ele foi mal sim. Mas tbm o sandero, celta, novo uno, etc. P q só falam do resultado do JAC? Estranho, né?

  8. brunocarros

    14 de março de 2013 at 15:13

    108cv em um carrinho desse tamanho deve ser bem divertido.

    • @AmericaBuses

      25 de março de 2013 at 21:02

      Busque no Youtube: JAC J3 TURIM PEPINO e JAC J3 Notícias Automotivas – não sou apreciador desse blog, mas o rapaz fez dois ótimos testes e o carro fracassou.

  9. Bueco21

    15 de março de 2013 at 9:53

    É hora de pararmos de substimar as marcas chinesas, a Toyota por exemplo, que todos acham o máximo, utiliza tecnologia da Jac motors (Fonte: Wikipédia).
    E a Fiat, quem pensar que ela é melhor que as chinesas, estão enganados, ela não se dá bem na china, nem em países mais desenvolvidos.
    A questão é que já estamos acostumados com ela. Quem não se lembra quando a Fiat começou no Brasil, ninguem queria. A Fiat deve agradecer ao governo mineiro.
    Esperem esses chineses no futuro quando cairmos na real.

    • CharlesAle

      16 de março de 2013 at 0:59

      Cara,aonde se viu que Fiat é melhor que chinesa,Fiat só vende no Brasil,e por causa do baixíssimo nível de exigência do Brasileiro….(fiateiros me xingando em 3…2…1..)

      • Bueco21

        19 de março de 2013 at 9:19

        Eu não disse que a Fiat é melhor que a chinesa. E, na verdade não é.

    • KRLUZ

      16 de março de 2013 at 17:48

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK WIKIPEDIA CARA SE QUISER BOTO LÁ QUE ELA USA TECNOLOGIA DA MERCEDES

  10. Bill

    15 de março de 2013 at 10:00

    É a CARA do Yaris…

  11. Vando

    15 de março de 2013 at 10:56

    Estava na dúvida se reformaria meu Logus 1.8 GLS 96 gasolina, anda 150 fácil na estrada , a 120 faz 12 a 13 por litro, depois dessa matéria já decidi reformar e usar por mais alguns anos, na minha opinião é bem melhor que gastar mais de 30 mil nesse carinho aí.

  12. euu

    15 de março de 2013 at 18:05

    o carro é feio viu..

  13. Renato_Dantas

    17 de março de 2013 at 0:43

    Não passa de mais um verdadeiro lixo chinês…. podem xingar.

    • Luiz

      17 de março de 2013 at 23:58

      Renato, vá se acostumando. Porque desde prego até aviões, agora tudo vem da China. Não importa se a marca é alemã, americana ou japonesa. A fábrica fica em Shenzhen

      • Renato_Dantas

        18 de março de 2013 at 18:55

        Luiz, quando o produto é manufaturado para as grandes empresas instalados na china, eles passam por um rigoroso teste de qualidade, ou você acha que a Mercedes, VW, Audi vão deixar por conta dos chineses os testes de qualidades?.
        Compare um parafuso feito para a BMW e um chinês para o mercado e verá a diferença.

      • Cristiano Ônibus

        5 de abril de 2013 at 22:00

        Agora tudo não. Boeing é chinês? Airbus é chinês? Os principais componentes sérios feitos no mundo vem dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Áustria, Suécia, Suíça, Japão, Coréia do Norte, Taiwan, Malásia e Brasil. Chile e Argentina fabricam coisas boas também, mas estes países que citei são os maiorais. A China produz muita coisa, mas mais de 90% delas não são top de qualidade, mas complementos baratos. Ao ver um camião Sinotruck, terá pavor de ver a qualidade do acabamento interno e da suspensão mandatória: a traseira.

        • Juscelino Kubitschek

          4 de abril de 2014 at 13:38

          Infelizmente nao posso incluir ao Brasil na lista de produtores serios no mundo. Mais a sua visao é um pouco errada…Coreia do Norte? KKKKK… Nao sera do Sul?
          Nao esqueca que tem muito pais da Europa que nao foi incluido (na sua lista de Schindler…) e produzem coisas muito boas que no brasil NUNCA seran feitas , Audi TT é feito na Hungría (igual que os motores V8 da marca das quatro argolas) , os minis Citroen C1/Peugeot 108/Toyota Aygo na República Checa , Ford produz na Turquía as Transit e Renault os Megane. Fica por conta da idioscincrácia dos povos amelhorar a gestao e avancar. Senao a gente fica com nível inteletual de macaco.

  14. Luiz

    17 de março de 2013 at 23:55

    O meu primeiro tanque deu 11.5 km/litro, em consumo misto. Bom para motor amaciando, pois o carro estava com 300 km. Eu ainda não passei dos 400 km e posso dizer que o carro tem suas qualidades e defeitos, como todos os outros. Como qualidades, eu cito designer, para o meu gosto, boa resposta da máquina e bom espaço interno para quatro pessoas, se não estiver com bagagem. Defeitos, no segundo dia o friso direito do teto começou a soltar e a alavanca de acionamento interno da mala parou de funcionar. Creio que são problemas fáceis de resolver na revisão. Enfim, eu ia comprar o HB20. Mas desisti pq o q tava no preço do J2 era mil e totalmente "pelado". O q se aproximava custava uns 15 mil a mais. Então, n to arrependido, até o momento …

    • Renato_Dantas

      18 de março de 2013 at 18:57

      Use mais um pouco e verás.

    • Alcir

      31 de julho de 2013 at 22:56

      Alcir.

      Luiz eu comprei e estou satisfeito com o desempenho do carro, andei 378 km com 27,99 litros, media 13,5 km dentro da cidade, peguei subidas fortes com 4 pessoas e ele foi bem.

  15. fan boy de Deus

    19 de março de 2013 at 4:02

    Sera que fabrica mais JAC 2 ou etios por ano?A Toyota fabrica 70 mil etios por ano.

  16. @bonfimesilva

    27 de março de 2013 at 10:30

    Não acredito que esse J2 seja tão inferior quanto outros veículos nacionais, já que não temos tanta qualidade construtiva por aqui. Coreanos e japoneses são bem superiores aos nossos também!

  17. Calhau

    1 de maio de 2013 at 0:12

    Ta achando o J2 ruim, vai de celta, novo uno e gol e divirta-se com os pelados nacionais!

  18. Chuu

    27 de maio de 2013 at 17:50

    Acabei de comprar um j2 sera que valeu a pena? Espero que sim.

  19. JOAMIR BRITO

    30 de maio de 2013 at 18:43

    O J2 é muito bom, em Fortaleza faz 12KM/l. O problema é a assistência feita por um pós-venda mal educado. O carro apresentar rangidos como outros nacionais que tive. Apenas não precise marcar ajustes na oficina pq atendem mal. Se marcar para as 8:00h o seu carro só pra mão do mecânico à tarde (14:00h)

    • Daysi

      24 de agosto de 2013 at 1:08

      Estou pensando em comprar um, em fortaleza, só que já ouvi falar muito mal do pós-venda, e dos problemas isolados de alguns donos e a demora para soluciona-los. será que vale a pena??

  20. Lyta

    28 de maio de 2014 at 3:23

    Sempre tive gradiente, lg e cce e me dei bem, questão d sorte, acho.

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