CARPLACE

Teste: Renault Fluence GT – Chocolate com pimenta

Saudoso do Civic Si? Pensando num Jetta TSI? Então talvez o Fluence GT não seja exatamente o que você procura. O visual incrementado e o motor 2.0 turbo de 180 cv com câmbio manual de seis marchas estão lá para mostrar que esse Renault não é bobo, mas se é pegada realmente esportiva que você quer, melhor buscar um Si usado. A receita desse carro é mais light, com ênfase no equilíbrio entre desempenho e conforto: tem pimenta, mas é doce como chocolate.

O Civic Si é bem ardido, pede motor girando, marchas esticadas até 8 mil rpm e tem uma suspensão dura que maltrata sua coluna em pisos ruins. O Jetta TSI é mais civilizado, dispensa o pé esquerdo (é automatizado de dupla embreagem) e não tem tanta rigidez na suspensão, mas não oferece o mesmo conforto do Fluence e custa mais caro tanto na hora de comprar quanto ao fazer o seguro. Não que o GT seja o melhor dos três (traz o novo Si logo, Honda…), estou dizendo apenas que o Renault serve a um público diferente do Honda e do Volkswagen. Tabelado a R$ 80.640, esse Fluence vem com pacote fechado de equipamentos, já com seis airbags, ESP, faróis de xenônio, ar digital e GPS Tom Tom com tela de 5 polegadas e controle remoto, só para citar os itens mais importantes.

O estilo do GT é até um pouco exagerado para o tipo de cliente dele. Se eu comprasse um, deixaria-o mais careta possível, só com as rodas aro 17 de desenho exclusivo e o discreto aerofólio na traseira (tem ainda as saias na frente, traseira e laterais). A graça desse carro é ser um Fluence quando você quer um sedã para viajar com a família e oferecer 180 cv quando você estiver mais, digamos, animado. Vestir o GT é mais legal que as versões aspiradas, por causa dos ótimos bancos com abas pronunciadas, da pedaleira esportiva e do quadro de instrumentos digital – eu trocaria só o grafismo amarelo do conta-giros por um vermelho, para combinar com a costura do banco e do volante.

Dirigindo de forma sossegada, você não diz que está num carro turbo – parece um aspirado de cilindrada superior, como um 2.5. É um típico Fluence: roda macio e silencioso, tem câmbio de trocas fáceis, pedais leves e direção (elétrica) peso pluma nas manobras. A diferença fica por conta do amplo torque disponível. Com turbo de duplo fluxo, como nos BMWs, o GT entrega fartos 30,6 kgfm logo a 2.250 rpm, sendo 20 kgfm já em 1.200 rpm. Ou seja, você mal acelera e o carro já mostra muita disposição. Na cidade, essa característica faz da terceira marcha um coringa – você pode usá-la em quase todas as situações que o sedã responde a contento. Já o consumo vai depender do quanto você exigir do turbo. Em ambiente urbano, andando moderado, conseguimos média de 7,6 km/l.

Na estrada, pode esquecer o câmbio na sexta marcha. A rotação a 120 km/h fica abaixo de 3 mil rpm e o consumo passa dos 12 km/l. Mas mesmo com a relação alongada em relação ao Fluence “normal”, o GT “enche” rápido e exibe força de sobra para as ultrapassagens em pistas de mão dupla. No máximo você reduz para quinta e vê o velocímetro digital ganhar números acima da lei rapidamente. Basta observar que a retomada de 80 a 120 km/h, feita em 8,2 s, foi mais ágil que a marca do Citroën DS3 testado por CARPLACE mês passado – um esportivo bem mais leve que o Fluence.

Esperávamos, porém, um pouco mais de apetite nas acelerações. Não que a marca de 9,2 s de 0 a 100 km/h registrada em nosso teste seja ruim, mas é que a Renault divulga apenas 8,0 s. Para efeito de comparação, o Peugeot 308 THP (com motor 1.6 turbo de 165 cv e câmbio automático de seis marchas) cumpriu a mesma prova em 8,7 s. Por outro lado, o GT voltou a agradar nas medições de frenagem: bons 39,3 metros até parar, vindo a 100 km/h. Vale lembrar que não foram feitas alterações no sistema de freios em relação às versões aspiradas.

O que também não mudou, curiosamente, foi a medida dos pneus: 205/55 R17 da Continental. E a suspensão foi apenas levemente enrijecida, ao passo que o GT não deixou de ser um Fluence, superando buracos e valetas com suavidade e sem raspar os para-choques. “Mas e quando a gente resolve correr?”, você me pergunta. Bom, o GT deixa a carroceria “rolar” mais que um Si ou um Jetta TSI numa tocada de serra mais agressiva, no entanto, ainda é um carro de bitolas largas, rodas grandes, pneus bem aderentes e suspensão um pouco mais firme do que o Fluence comum – que já é um modelo estável. Ou seja, dá para se divertir sem passar sustos.

No fim do dia, o GT não é aquele carro que desperta paixões, mas também não é tipo ame-o ou deixe-o como o Civic Si. Quem procura bom desempenho sem ter de conviver com os desconfortos de um esportivo, pode gostar do tempero desse novo Renault.

Por Daniel Messeder

Ficha técnica – Renault Fluence GT

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.998 cm3, 16 válvulas, turbo, comando de válvulas variável na admissão, gasolina; Potência: 180 cv a 5.500 rpm; Torque: 30,6 kgfm a 2.250 rpm; Transmissão: câmbio manual de seis marchas, tração dianteira; Direção: elétrica; Suspensão: Independente Mac Pherson na dianteira e eixo de torção na traseira; Freios: disco nas quatro rodas, com ABS; Peso: 1.341 kg; Porta-malas: 530 litros; Dimensões: comprimento 4,640 mm, largura 1,810 mm, altura 1,470 mm, entreeixos 2,700 mm;

Medições CARPLACE – valores entre parênteses se referem ao teste com ar-condicionado ligado

Aceleração
0 a 60 km/h: 4,4 s (4,5 s)
0 a 80 km/h: 6,2 s (6,4 s)
0 a 100 km/h: 9,2 s (9,4 s)

Retomada
40 a 100 km/h em 3a marcha: 7,9 s (8,4 s)
80 a 120 km/h em 5a marcha: 8,2 s (8,3 s)

Frenagem
100 km/h a 0: 39,3 m
80 km/h a 0: 24,2 m
60 km/h a 0: 13,8 m

Consumo
Ciclo cidade: 7,6 km/l
Ciclo estrada: 12,3 km/l

Números do fabricante
Aceleração 0 a 100 km/h: 8,0 s
Consumo cidade: N/D
Consumo estrada: N/D
Velocidade máxima: 220 km/h

Publicidade
Publicidade

166 comentários

  1. Mr. Car

    11 de fevereiro de 2013 at 10:12

    Então, é ele que eu quero: um carro bem confortável com fôlego e força somente para quando for necessário. Que o Civic Si vá maltratar a coluna de outro. Só botava as rodas do Fluence "normal". Esse "desenho exclusivo" está xuning demais para o meu gosto.

    • V8_sempre

      11 de fevereiro de 2013 at 15:23

      É o que sempre digo… Como a vida normal é cheia de buracos, valetas, quebra-molas, congestionamentos e radares de velocidade… Ou seja… Está bem longe de ser uma pista de corrida…

      Me parece ser a configuração ideal !!! Mas eu gostei das rodas ! :-)

      • Cristiano_RJ

        12 de fevereiro de 2013 at 18:15

        "Mas eu gostei das rodas ! :-) " [2]

        Aliás, não só das rodas, como do visual como um todo; especialmente o interior. Não achei ' xuning demais", como o colega lá de cima afirmou.

    • moises_b

      13 de fevereiro de 2013 at 8:54

      Cara, eu comprei um logo depois que lançaram, em dezembro, fui o primeiro da rede de concessionárias daqui da região. E te digo, dá gosto de olhar as rodas dele SE você comprar um preto, igual o meu. O preto é o único que tem uma combinação bem acertada entre os retrovisores e maçanetas cinza e as rodas com raios pretos. E muita gente vai seca no branco, inclusive a própria Renault que resolveu destacar o branco.
      Carro nota 10! Não vai se arrepender.

      • Cristiano_RJ

        13 de fevereiro de 2013 at 10:08

        E aí Moises; o que é que você está achando do carro, isto é, do comportamento dinâmico: desempenho, estabelidade direcional e em curvas, suspensões, etc. No trânsito nosso de cada dia, é cansativo?

        • moises_b

          13 de fevereiro de 2013 at 10:30

          Eu pego trânsito todo dia, essa é a única hora que um câmbio automático faz falta, mas não chega a ser crucial. A única coisa que incomoda um pouquinho quando está parado com o carro e o ar ligado é que o motor passa um pouco de vibração para a carroceria, mas talvez eu só perceba isso porque tinha um Tiida SL antes, ele tem uns suportes no motor que não deixam a vibração passar, aí parece que o carro está desligado. Só que quando o trânsito termina, aí a diversão começa. Os engates são muito precisos e a estabilidade é excelente, muitos dizem que a carroceria rola um pouco, como na avaliação acima, mas pra mim isso é característica de esportivos sedã, pelo menos sempre notei isso, inclusive no Jetta TSI que meu irmão tinha.
          O GT é super confortável para rodar em qualquer estrada, boa ou ruim, bem macio. Mas mesmo sendo macio de suspensão você se sente seguro para acelerar cada vez mais, e ele sempre responde com folga, é demais. A única coisa que deve se evitar são aqueles morrinhos que tem em algumas estradas, pois em alta velocidade ali o carro "quase sai do chão" mais do que deveria e isso assusta.
          O único problema dele é o consumo mesmo, pois apesar de ser um carro turbo com duplo fluxo, ele consome um pouquinho mais do que poderia fazer. Mas nada que seja assustador, o meu com 2.800KM tá fazendo 13km/l na estrada e 8 a 9 km/l na cidade. Depende muito de como você pisa no acelerador também. Eu adoro usar o torque monstro dele, que chega a fazer a frente empinar um pouquinho quando você pisa fundo. Mas o consumo, para quem compra carros de alto desempenho, deve ser o último item a se considerar, pois se você quer um carro econômico está procurando na categoria errada.
          Ah! e se quiser saber de um segredinho, esse motor é o mesmo do Megane RS, que tem 250cv, mas a Renault limitou para 180cv para manter o preço do carro mais competitivo frente aos concorrentes, pois se liberar tudo terá que adicionar algumas peças de alto desempenho e modificar o desenho da carroceria, aí ficaria no preço do Jetta TSI, e essa não era a intenção.

          • Cristiano_RJ

            13 de fevereiro de 2013 at 11:37

            Valeu pela resposta. Para mim, a opinião de um proprietário é de grande valia antes de se formar uma opinião definitiva sobre determinado modelo. As avaliações pela imprensa especializada são indispensáveis, mas nada como a opinião de quem conhece o carro no dia-a-dia…

            No mais, parabéns pelo carro. Acho uma das melhores opções de carros familiares de desempenho diferenciado à venda no Brasil. Quanto ao consumo, não achei ruim não. 13 km/l na estrada está ótimo. Com meu Jetta TSI eu até já consegui essa marca, mas andando "pianinho", com piloto automático ligado… No meu modo "normal" de direção, o consumo fica em torno dos 11,5 a 12 km/l na estrada. Já na cidade, não consigo 9 km/l de jeito nenhum. Fico em torno dos 7 a 7,5 km/l. Mas é como você postou: "o consumo, para quem compra carros de alto desempenho, deve ser o último item a se considerar, pois se você quer um carro econômico está procurando na categoria errada". Por isso mesmo que não esquento nem um pouco. É o melhor carro que já tive!

          • moises_b

            13 de fevereiro de 2013 at 13:55

            Legal Cristiano. Eu quase comprei um TSI também, mas desisti por 4 fatores:
            1. em qualquer concessionária daqui a espera era de no mínimo 60 dias e o preço abusivo, muito acima do divulgado no site da VW, e muito acima do praticado em SP, estou em SC;
            2. meu irmão tem um e a batida seca da suspensão em buracos incomoda;
            3. fiquei sabendo que a Renault lançaria um Fluence GT por menos de 80k.
            4. na família tem 3 carrões automáticos, Malibu, Jetta TSI e Sonata. E definitivamente não servem pra mim, eu gosto de manual mesmo e sou daqueles que acham que é um crime fabricar esportivo sem opção de caixa manual.
            Agora, a única coisa que tá me incomodando é que a Honda esperou eu comprar o Fluence GT pra anunciar que vai trazer um Civic SI manual com mais de 200cv. Esperamos pra ver o preço, aí quem sabe eu me conforme.

          • Cristiano_RJ

            13 de fevereiro de 2013 at 21:31

            Beleza. De fato o Jetta tá meio difícil mesmo: ágio e filas de espera. No meu caso, acabei dando um pouco de sorte (além de ter observado bastante o mercado). Comprei logo na 1° semana de redução do IPI. Não consegui o desconto completo na época porque queria uma configuração específica e acabei recorrendo a uma loja independente (as autorizadas VW pareciam que não faziam questão de vender!). Consegui um preço até que interessante.

            Quanto ao Civic si, carraço. Pena que acho que mais uma vez a Honda vai meter a faca com gosto. Se a versão anterior, com motor 2.0 aspirado, sem teto solar e fabricado no Brasil era vendida por mais de R$ 100 mil há 2 anos atrás, imagine só por quanto virá esse novo aí… deverá ultrapassar os R$ 110 mil! Na verdade, acho que irá rondar os R$ 120 mil!!! Uma pena…

          • Celso

            14 de fevereiro de 2013 at 21:22

            Meu caro moises_b curta o seu Fluence GT. Não sei o seu poder ($), mas o Honda deve chegar bem salgado por aqui, pois será importado dos EUA.

          • Salvadeo

            12 de maio de 2013 at 21:58

            Pode se conformar, pois não vai sair por menos de 100K.

          • Elson

            16 de julho de 2013 at 10:16

            E aí Moisés, teria condições de desbloquear este motor (250cv) liberando o restante da tropa, ou seja, 70 cv, e o carro ficar mais esperto, sem mudar nada?

    • Eusébio

      13 de fevereiro de 2013 at 14:55

      Xuning? Se não falassem eu nem ia saber que é diferente de um Fluence normal.

  2. Kuri

    11 de fevereiro de 2013 at 10:22

    que consumo ruim para um motor dessa geração …

    • pedro37

      11 de fevereiro de 2013 at 21:46

      em outras publicaçoes ele chegou a fazer mais de 10 na cidade e perto de 13 na estrada.
      nao acho ruim nao…

      • Pil

        12 de fevereiro de 2013 at 9:31

        O BMW 2,0 turbo, mais pesado, com a versão de 240 cv fez mais de 16 km/l na estrada, e com a versão de 183cv fez 18,3 km/l na estrada em testes da 4 Rodas. Além disso ambos foram bem mais rápidos no zero a 100 km/h. Achei os dados gerais do Fluence Turbo muito fracos, e o carro é muito beberrão.

        • canino_preto

          12 de fevereiro de 2013 at 12:09

          Me perdoem os que gostaram, mas pra mim tá claro que esse Fluence Turbo é uma gambiarra…os números apontam claramente isso. E, por fim, a Renault poderia ter usado nele, para diferenciá-lo dos demais, a nova dianteira, já utilizada, salvo engano, na Turquia. Decepção total com esse carro. Espero que esse modelo não tenha que fazer pit stop na concessionária para a sessão de rebitagem.

          • pedro37

            12 de fevereiro de 2013 at 13:23

            Nao acho gambiarra, o conjunto mecanico detem o recorde da categoria em Nurburgring.
            A nova dianteira, mais bonita, deve vir como modelo 2014.

          • canino_preto

            12 de fevereiro de 2013 at 17:10

            Posta aí os números desse recorde…deve se outro conjunto mecânico, talvez usado no Megane…

          • pedro37

            12 de fevereiro de 2013 at 19:42

        • pedro37

          12 de fevereiro de 2013 at 13:26

          Bom, ai vc esta comparando com carros com motores e cambios muito mais modernos e que custam muito mais. Concordo que esperava mais, principalmente em aceleraçao, porem os numeros de retomada (que eh o que dirigimos) sao excelentes. O consumo continuo achando na media para a categoria.

        • Luiz Lima

          5 de maio de 2013 at 10:48

          Então compra o BMW brother.
          Mas se você alhor direitinho perceberá que os BMW modernos tem dupla embreagem e 7 ou 8 marchas, as últimas como over-drives.
          Mas o preçiiinhooo……?!?!?!

  3. Mala

    11 de fevereiro de 2013 at 10:22

    Eu fui fazer um teste driver no fluence, e ao checar o espaço para passageiro traseiro verifiquei que uma pessoa de 1,80m de altura bate a cabeça no teto, a renaut deveria melhor esse ponto.

    • Carlos

      11 de fevereiro de 2013 at 12:14

      Tenho 1,78m e posso lhe dizer que minha cabeça não raspa não, alias t/ um espaço bem grande entre a minha cabeça e o teto do carro. Tudo vai depender da estrutura do seu corpo, duas pessoas com 1,80m podem e tem, tamanhos diferentes de pernas, tronco, pescoço, etc. Então quem tem pernas maiores, por exemplo, pode ou não se dar melhor, quem tem o tronco, pescoço e cabeça muitos grandes, ai eu concordo com vc, pode raspar sim a cabeça no teto.

    • Arcfe

      11 de fevereiro de 2013 at 15:33

      Raspa sim! Minha mãe (1,78) não anda no banco traseiro pq tem que curvar muito para não raspar a cabeça e o penteado. Foi o que me fez diesistir da compra depois do teste drive.

      • saosao

        13 de fevereiro de 2013 at 16:14

        E aí vc comprou um ônibus né?

    • Marcio

      12 de fevereiro de 2013 at 10:17

      Concordo contigo. Sentei no banco traseiro no Fluence de uma concessionária e tive que me curvar bastante pra não bater a cabeça no teto. Para um carro deste porte, acho isso inadmissível. (obs,: tenho 1,83m)

      • Eduardo

        12 de fevereiro de 2013 at 12:07

        Carros que possuem teto solar tem o forro do teto alguns centímetros mais baixo devido a necessidade de recolhimento do vidro do teto solar. Talvez esteja aí a confusão. Experimentem testar um com o teto solar e outro sem o teto solar. Certamente perceberão a diferença.

        • Marcelo

          15 de março de 2013 at 17:03

          Meu Fluence é o basicão (Dynamic), sem tem teto solar, e nunca reclamaram da altura do teto. Já só tenho amigos com mais de 1,80, talvez haja essa diferença na versão com teto solar mesmo.

    • Antitruste

      13 de fevereiro de 2013 at 15:09

      Essa mania de brasileiros tsc tsc… Ficam comprando carro pensando no banco traseiro…rss… Quem compra eh quem dirige, quem vai atras eh carona e nao tem q ficar reclamando, se quiser que vah de taxi ou onibus… No caso dessa versao GT, o comentario vale em dobro, afinal, eh um pseudo esportivo…

  4. kitokar

    11 de fevereiro de 2013 at 10:41

    Excluindo o Civic SI e o Jetta TSI, iria de Mitsubshi Lancer. O Fluence – nesse caso – seria minha 4º. opção.

    • PONCIO PILATOS

      11 de fevereiro de 2013 at 11:25

      vi um desses, preto, na CSS… é invocado.
      gostei de tudo, mas acrescento o ar condicionado elétrico, que o vendedor me falow…

      • Carlos

        11 de fevereiro de 2013 at 12:05

        Vc quer dizer ar condicionado digital não? Pois o Fluence tem, e a climatização é feita separadamente para o motorista e passageiro. Atrás tb tem a saida para passageiros, só não me lembro, se é a temperatura do motorista que vai, ou o do passageiro (da frente).

        • PONCIO PILATOS

          11 de fevereiro de 2013 at 12:19

          entendo. mas o vendedor, me confirmou, perguntei mais de uma vez, e em todas ele assegurou que era "elétrico" (ainda deu como exemplo, a direção, que tb era elétrico), ou seja, não "roubava" potência do motor, por conseguinte, daí surgia a economia do carro. confesso que nunca vi, mas ele me garantiu isso… vamos aguardar mais comentários…

          • Lucas

            11 de fevereiro de 2013 at 13:08

            Típico vendedor que não conhece direito o produto que vende. Acontece mais do que se pensa.

          • danieldourado_2

            11 de fevereiro de 2013 at 19:35

            Bom, se ele é elétrio ou não, eu não sei, mas realmente existe ar elétrico. O honda FIT tem, não rouba potência nem gasta gasolina.

          • PONCIO PILATOS

            11 de fevereiro de 2013 at 22:30

            danieldourado_2 – taí uma coisa que eu não sabia…
            obrigado pela informação.
            são todos os HONDA FIT ou só algum ano e modelo específico?

          • Pil

            12 de fevereiro de 2013 at 9:26

            Não existe ar elétrico, muito menos no Honda Fit. Gente, peloamordedeus vamos pensar antes de escrever.

          • Brvita

            12 de fevereiro de 2013 at 10:26

            Rapaz, acho que não. Tenho um e quando aciono o ar percebo a perda de força do motor. Olha este esquema aqui no site da honda mostrando o sistema de ar-condicionado:
            http://www.honda.com.br/automoveis/pos-venda/guia

            Acho que os venderdores se confundiram pesado aí.

          • moises_b

            13 de fevereiro de 2013 at 8:50

            Eu tenho um Fluence GT, comprei assim que foi lançado, fui o primeiro na região. E sim, o AR Condicionado "rouba" potência como em todo carro que já andei, o vendedor mentiu para você. É simples, pegue ele para fazer um test drive, eleve o giro bem alto na 4ª marcha, por exemplo, e aí sim ligue o ar condicionado, você vai sentir um soquinho, diminuindo a potência e o giro do motor.

        • V8_sempre

          11 de fevereiro de 2013 at 15:13

          Embora muito vendida pelas montadoras…. Mas como não há uma parede entre eles !!! E considerando que poucos centímetros separam um do outro…

          Me parece que essa climatização separada para motorista e passageiro… É das maiores besteiras que já vi na vida… Mas a saída traseira…. Muito importante, pois lá demora mais para gelar !

          Bom, os "pobres" podem fechar a saída de ar-condicionado que direciona ar para um ou para outro! heheh

          • pedro37

            11 de fevereiro de 2013 at 21:44

            Discordo totalmente. Minha mulher deixa a temperatura em 22 e eu em 19 graus normalmente e funciona muito bem.

          • marciors01

            12 de fevereiro de 2013 at 0:11

            Eu não acho o ar digital dual zone besteira, já aconteceu comigo de estar com calor não poder aumentar a força do ar porque o passageiro estava com frio, não tenho no carro mas acho muito útil.

      • V8_sempre

        11 de fevereiro de 2013 at 14:37

        Particularmente, apenas o painel deste modelo me incomoda ! O acho muito simples !

        Mas se tem as qualidades de um sedan normal e é capaz de falar alto qdo pisar…. Seria o automóvel ideal pra mim !

        Mas acho que ele deveria acelerar um pouco melhor, pela potência disponível !

        • V8_sempre

          11 de fevereiro de 2013 at 14:39

          Uma curiosidade… O 2.0 dele não é o mesmo 2.0 usado nas demais versões !

          Tem bloco de ferro e bielas forjadas…. Talvez seja a adaptação necessária para deixa-lo mais "forte" para aguentar o turbo !

        • marciors01

          12 de fevereiro de 2013 at 0:13

          A aceleração partindo da imobilidade não é tão forte, mas o mais importante são as retomadas e nisso ele é excelente, sem reduzir marchas ele retoma de 80 a 120 praticamente junto do jetta tsi, perde por muito pouco, reduzindo uma marcha deve retomar junto do jetta.

        • Zé Fini

          12 de fevereiro de 2013 at 0:14

          Tbm não gostei não. Além disso, pra mim, faltam alguns comandos no volante.

          No mais, é um carrão.

        • Cristiano_RJ

          12 de fevereiro de 2013 at 18:15

          V8 dê uma olhada na resposta que postei com minha opinião à respeito do assunto…

    • rafaboy_v12

      11 de fevereiro de 2013 at 13:34

      Eu só acho estranho mesmo essa questão do desempenho de 0 a 100km/h. Realmente, 9,2 segundos não tá ruim mesmo, porém considerando o torque bom em baixas rotações, peso do carro e os 8 segundos que a marca divulga é, no mínimo estranho, o resultado dos testes obtidos por terceiros. Infelizmente essa discrepância entre o que é divulgado pela marcas e testado por terceiros é mais comum do que se pensa, não sendo essa prática imoral exclusividade da Renault. Interessante é que as marcas não costumam dizer nada a respeito dessas divergências de 0 a 100 e outras mais.

      • V8_sempre

        11 de fevereiro de 2013 at 15:02

        O JETTA consegue chegar nos 100 km/h em 7 segundos ! Deve ter ganho 1 segundo pelo câmbio de dupla embreagem ! Embora no dia-a-dia, claro, isso seja pouco significante !

        Mas o que pega é que esse GT seria apenas 1 segundo mais rápido que a versão normal (E mais barata!) do FLUENCE… Será que compensa?

        • marciors01

          12 de fevereiro de 2013 at 0:15

          Compensa porque ele retoma espantosamente bem, mesmo sendo manual ele retoma quase nada mais lento do que o tsi de 80 a 120 que possui câmbio dsg, ou seja, se reduzir uma marcha para a retomada deve ficar junto do jetta, e no final das contas pouco nos importa o 0 a 100, no dia a dia o que nós mais fazermos é retomar velocidade.

      • canino_preto

        12 de fevereiro de 2013 at 12:02

        Nos EUA dá processo e indenização aos consumidores lesados….que o digam a Kia e Hyundai, mentirosas e processadas. Aqui, deitam e rolam!

    • V8_sempre

      11 de fevereiro de 2013 at 18:52

      Pelo teste 4R… O LANCER GT 2.0 de 160 cv… Além de bem mais caro…. Chegou nos 100 km/h em 11,1 segundos !!! Mas foi com câmbio CVT !

    • RicardoB

      13 de fevereiro de 2013 at 20:36

      Pra mim o Fluence é a 1a opção. Os outros custam 15 a 20 mais a mais e acho que não justifica…

  5. JoaoPauloGT

    11 de fevereiro de 2013 at 11:27

    Gostei muito da avaliação, fala exatamente o que acho do carro.
    O Jetta Tsi tem uma aceleração melhor, mas, maltrata o motorista, o Civic Si faz o mesmo.
    O Fluence pode ser usar no dia a dia normalmente, tem um bom acerto de suspensão e disposição para trafegar confortavelmente no dia a dia e dá segurança para rodar na estrada.

  6. Handlay

    11 de fevereiro de 2013 at 12:34

    O Fluence GT é um carro interessante, e como diz o Carplace, é bom pra levar a família pra uma viagem mas se quiser um pouco de emoção é uma boa opção pra comprar.

    Só um detalhe que não entendi: Altura do carro é de 1.810 mm de altura?

  7. Cleber

    11 de fevereiro de 2013 at 12:43

    No mínimo curioso essa aceleração de 0 a 100 km/h aferida. Não acho que está errada, pois outras revistas fizeram tempo semelhante. O carro não é tão pesado, e mesmo assim acelera apenas como o punto t-jet.
    Aliás, carplace, quando irão testar o punto t-jet?

    • marciors01

      12 de fevereiro de 2013 at 0:17

      Por outro lado retoma muito forte, sem reduzir marchas ele perde do jetta tis por 1s de 80 a 120, acho que se reduzir uma ou duas marchas irá retomar junto do jetta.

  8. Daniel Messeder

    11 de fevereiro de 2013 at 13:03

    Caro Handlay, obrigado pela atenção. As medidas de altura e largura saíram erradas, e agora foram corrigidas.
    abs

  9. Daniel Messeder

    11 de fevereiro de 2013 at 13:04

    Caro Handlay, obrigado pela atenção. As medidas de altura e largura saíram erradas, e agora foram corrigidas.

  10. Diggo

    11 de fevereiro de 2013 at 13:50

    Só acho que as rodas poderiam ser mais criativas, hoje a receita básica é rodas quase normais com fundo escuro ou preto. Manjado demais. O Centro de Desing brasileiro poderia ter ido mais longe.

  11. vinicius

    11 de fevereiro de 2013 at 14:40

    As rodas da versão privilege são mais bonitas!

    • Cristiano_RJ

      11 de fevereiro de 2013 at 23:37

      As rodas do Privilège são horríveis. Aliás, em minha opinião, são piores que as do modelo de entrada, o Dynamique. Já as desse GT não, ficaram bem interessantes. Vi em uma concessionária no final do ano passado e achei bem bonito.

  12. V8_sempre

    11 de fevereiro de 2013 at 15:07

    "Com turbo de duplo fluxo, como nos BMWs, o GT entrega fartos 30,6 kgfm logo a 2.250 rpm, sendo 20 kgfm já em 1.200 rpm. "

    Parece impressionante e assustador…. Mas teoria é teoria… Mesmo !!! heheh

    Na prática… Esse GT foi apenas pouco mais de 1 segundo mais rápido que o FLUENCE normal, no 0-100 km/h ! Mas o mesmo discurso e a mesma realidade, ocorre em muitos outros modelos !

    Meus V6 ou V8 agradecem! kkkkkk

    • Ok123

      11 de fevereiro de 2013 at 19:09

      Gosto de ver os números de desempenho, e também reparei que o GT é apenas 1s mais rápido que o "normal", mas tem que ver também as retomadas, que acho que são números ainda mais importantes, pois você deve saber, usamos bastante para as ultrapassagens.

      Tem revista dizendo que DS3 anda junto de Fusca, mas só olha para o 0 a 100. Mesmo que no teste mostre os números de retomada bem distantes, favorecendo o Fusca.

      Tem revista que faz também as retomadas de 40 a 80km em terceira marcha, 60 a 100 em quarta e de 80 a 120 em quinta, já outras fazem os mesmos testes em segunda, terceira e quarta marcha respectivamente, e por tanto, consegue números melhores do que a primeira revista. Tá entendendo como é a coisa?

      Já percebi até algo interessante: numa revista A, o 0 a 100 de um carro X é em 7.1s, na revista B é de 7.5, e a montadora divulga em 7.3. (É mais ou menos isso) Até aí tudo bem, 0.4s é algo tão rápido que é de se aceitar num teste de revistas diferentes, e estão bem próximos do que a marca divulga, mas o problema maior é que, o carro X é automático e os números de retomadas das duas revistas são bem diferentes, sendo o da B mais lento que o da A. Nesse caso acredito que seja uma descalibração do aparelho para testes de retomadas, se é que isso exista e seja possível.

      Meu conselho para o CARPLACE é que os testes de carros automáticos e manuais seja feitos com retomadas de 40 a 80, 60 a 100 e 80 a 120, pois vejo que algumas revistas estão nessa formula, mas no caso dos manuais, sejam feitos os testes em segunda, terceira e quarta marcha, e não uma marcha a mais, pois se pegarmos os testes do mesmo carro sendo ele automático e manual, o automático sempre vai ficar mostrando números de retomadas bem superiores ao manual, já o teste de 0 a 100, acontece o contrário, embora já vejo alguns automáticos/automatizados levando a melhor no 0 a 100 em relação a sua versão manual. Universalizando mais os testes, poderemos comparar melhor.

      • marciors01

        12 de fevereiro de 2013 at 0:20

        Veja que a retomada do fusca é tão mais rápida porque ele é automático, existe redução de marcha no teste, o ds3 é manual e ainda tem câmbio longo, a 120km/h o motor gira a aproximadamente 2400rpm.
        Se reduzires uma ou duas marchas no ds3 ele irá novamente anda junto do fusca.

      • Marcelo

        12 de fevereiro de 2013 at 11:17

        retomadas podem ser compensadas com reduzidas… Termometro bom o desempenho, eh a aceleracao

    • Anderson

      11 de fevereiro de 2013 at 22:40

      Quais V6 e V8, Srº V8??? Porquê se for os seus V6's e V8's velhaços melhor nem comentar. Agora se for os mais novos o preço que eles custam são muito além desse quase 81 mil reias.

      • Marcelo

        12 de fevereiro de 2013 at 11:11

        Foi uma brincadeira amigo… Nao percebeu nao?

      • Marcelo

        12 de fevereiro de 2013 at 11:23

        Falando desse motor do Fluence, deveria ter cuidado em falar sobre “velhacos”

    • marciors01

      12 de fevereiro de 2013 at 0:18

      V8, por outro lado retoma assustadoramente bem, apenas 1s mais lento do que o tsi no 80 a 120 sendo que no automático existe redução de marchas, acredito que reduzindo uma ou duas marchas ele retome junto do tsi.

      • Marcelo

        12 de fevereiro de 2013 at 11:26

        Retomadas dependem mais do cambio, e p compensar, bastaria reduzir…. Aceracao sim, mostra do q o motor eh capaz.

        • marciors01

          12 de fevereiro de 2013 at 13:04

          Estás equivocado, a retomada em baixa rotação mostra o torque do motor, o GT faz na metade do tempo do fluence normal a retomada de 80 a 100 e tem câmbio mais longo, estes números mostram que o motor do gt tem muito torque.
          No caso dos automáticos sim, a agilidade do cãmbio ajuda, mas isso ainda mostra o quanto o motor deste fluence é forte já que mesmo sem redução de marcha perde por muito pouco para o jetta tsi que possui câmbio automático.
          Claro que reduzir marchas ajuda, afinal o motor enche mais, mas não é assim que são feitos os testes, que geralmente favorecem motores 8v, o que considero errado.
          Foi exatamente como citei, se reduzir uma ou duas marchas do fluence GT para fazer a retomada ele irá retomar tão ou mais rápido do que o jetta.

  13. ramon

    11 de fevereiro de 2013 at 15:28

    quando vai chegar o fluence reestilizado??

  14. Jean

    11 de fevereiro de 2013 at 15:34

    Boa alternativa ao Fusion "antigo" 2.5 e aos Civics e Corollas mais caros. Mas nada além disso também, o desenho do carro ñão tem muito apelo esportivo, assim como o motor. Se for querer um carro mais nervoso, iria de Fusca ou DS3 mesmo. Parece um carro de família para um pai com menos de 50 anos hehehehe

  15. Felix_S

    11 de fevereiro de 2013 at 16:25

    Confortável e com bom desempenho: acho que o Fluence GT é o meu número.

    • Cristiano_RJ

      11 de fevereiro de 2013 at 23:34

      [2]

      • Luiz Lima

        2 de maio de 2013 at 10:20

        [3], lembrando que vai ter face-lift logo-logo, e ficará com cara mais jovem. Too much better!

  16. Power

    11 de fevereiro de 2013 at 16:26

    Enquanto não for automático e com as borboletas, nem vou olhar, ahh e também a nova frente…cade?

    • Marcos

      13 de fevereiro de 2013 at 9:11

      Concordo, se Camaro, que é muito mais esportivo, tem câmbio automático, por que esse Fluence GT não pode ter também?

  17. Macunaima

    11 de fevereiro de 2013 at 17:24

    Olá Pessoal.

    Falo como proprietário de um Fluence CVT Dyn com couro e teto solar, atualmente com 12.000km.
    Como valorizo meu dinheiro, enfrentei uma verdadeira maratona na escolha do meu sedã médio. Foram muitas ideas às concessionárias e vários test drives no Honda Civic, 408, Corolla e Cruze (Jetta 2.0 não por causa de seu fraco motor).

    Coloquei todos os prós e contras e considerando tudo, eliminei alguns modelos e fiquei entre o Cruze e o Fluence. Embora gosto do Cruze e ache um bom carro, acabei optando pelo Fluence pois considerei o câmbio CVT superior e outros recursos como por exemplo a chave cartão com abertura por aproximação e botão start/stop, teto solar, ar-condicionado digital de duas zonas, 6 airbags. Pode ser que terei uma desvalorização maior no momento na venda, mas tive um investimento inicial bem menor. pelo que tenho acompanhado, o Fluence desvalorizou praticamente o mesmo que todos os da categoria no último ano.

    Na revisão dos 10 mil km avaliei o GT na concessionária. É um belo carro, mas neste momento estou muito feliz com o meu. Não valeria a pena trocar. Quem sabe se estivesse comprando agora seria uma boa opção. Se bem que quem pilota com um câmbio CVT uma vez….é difícil voltar para o manual.

    Um grande abraço a todos,
    Macunaima

    • Carlos

      11 de fevereiro de 2013 at 19:29

      Tb tenho um, cinza e tb não me arrependo de ter comprado, mt confortavel e rapido tb. Alias o meu fez de 0 a 100 km/h em menos de 10s e com o cambio CVT, acredito que se fosse no manual, faria até menos! Agora acho que essa versão turbo, deva fazer em menos tempo ainda!

    • zemarreta

      13 de fevereiro de 2013 at 15:04

      "Se bem que quem pilota com um câmbio CVT uma vez….é difícil voltar para o manual."

      Todo mundo que T E M o CVT fala isso. O impressionante é que quase todo mundo que N Ã O tem o CVT mete o pau. Acho que o CVT é uma das tecnologias mais depreciadas pelos (des)entedidos de plantão. Se todo mundo dirigisse um CVT por alguns meses, acabaria esse preconceito sem sentido contra ele.

    • Antitruste

      13 de fevereiro de 2013 at 15:11

      Com certeza amigo, sair de um belo CVT pra um cambio manual eh mto downgrade…..

  18. V8_sempre

    11 de fevereiro de 2013 at 17:44

    O exemplar testado pela 4R… Tbem teve números similares ! Está correto !

    Outro tbem que teve desempenho decepcionante (4R) foi o LANCER de 160 cv !!!

    Agora… Esse número de 9,6 segundos, certamente está incorreto ! heheh

    • Cristiano_RJ

      12 de fevereiro de 2013 at 18:22

      V8, discordo da palavra utilizada por você para o desempenho do Fluence GT. "Decepcionante" definitivamente é uma palavra forte demais, embora concorde com você que pelo motor 2.0 tubro esperava mais desse modelo nos testes de 0 a 100 km/h. Porém, como já disseram lá em cima, apesar da aceleração a partir do repouso total possa não ser tão impressionante assim, os números de retomadas desse Fluence GT são animais! Veja minha análise abaixo. Comparei o Fluence GT com outros turbinados manuais, o DS3 e o Punto T-Jet, e com dois aspirados manuais que sabidamente anda forte para seus segmentos, o finado Civic Si 2.0 e o Peugeot 308 2.0 manual. Vejamos: (continua…)

      • Salvadeo

        12 de maio de 2013 at 22:20

        Vejam, esse motor é o mesmo do Megane GIII europeu e sofreu adaptações para ser colocado no mercado brasileiro para ficar limitado aos seus 180CV, podendo ser vendido por um preço abaixo dos 80K e pagar menos impostos. Por lá esse motor atinge os 250 CV.

    • Cristiano_RJ

      12 de fevereiro de 2013 at 18:33

      Análise de Aceleração 0 a 100 km/h:

      1° Citroën DS3 1.6 turbo: 7,7 s (AE565) / 7,6 s (QR634) / 7,5 s (Carro231)
      Média = 7,6 s

      2° Honda Civic Si 2.0 aspirado: 8,3 s (AE549) / 7,9 s (QR617) / 8,4 s (Carro185)
      Média = 8,3 s

      3° Reunault Fluence GT 2.0 turbo: 9,2 s (AE570) / 9,2 s (QR636) / 8,8 s (Carro 229)
      Média = 9,1 s

      4° Fiat Punto T-Jet 1.4 turbo: 9,5 s (AE 567) / 9,3 s (QR634) / 9,1 s (Carro Hoje 50)
      Média = 9,3 s

      5° Peugeot 308 2.0 aspirado: 9,9 s (AE565) / 10,4 s (QR628) / 10,6 s (Carro 221)
      Média = 10,3 s

    • Cristiano_RJ

      12 de fevereiro de 2013 at 18:47

      Análise de retomadas segundo a revista Auto Esporte:

      1° Renault Fluence GT
      40 – 80 km/h (3°) = 3,8 s
      60 – 100 km/h (4°) = 4,6 s
      80 – 120 km/h (5°) = 6,0 s

      2° Citroën DS3
      40 – 80 km/h (3°) = 5,3 s
      60 – 100 km/h (4°) = 6,6 s
      80 – 120 km/h (5°) = 8,4 s

      3° Honda Civic Si / Fiat Punto T-Jet
      40 – 80 km/h (3°) = 5,2 s / 5,2 s
      60 – 100 km/h (4°) = 7,2 s / 7,5 s
      80 – 120 km/h (5°) = 9,7 s / 9,4 s

      5° Peugeot 308 2.0 man.
      40 – 80 km/h (3°) = 6,0 s
      60 – 100 km/h (4°) = 8,1 s
      80 – 120 km/h (5°) = 11,8 s

    • Cristiano_RJ

      12 de fevereiro de 2013 at 18:52

      Agora, veja a mesma análise de retomadas segundo a Quatro Rodas:

      1° Renault Fluence GT
      40 – 80 km/h (3°) = 5,4 s
      60 – 100 km/h (4°) = 6,3 s
      80 – 120 km/h (5°) = 7,0 s

      2° Citroën DS3
      40 – 80 km/h (3°) = 5,0 s
      60 – 100 km/h (4°) = 6,2 s
      80 – 120 km/h (5°) = 8,3 s

      3° Fiat Punto T-Jet
      40 – 80 km/h (3°) = 5,2 s
      60 – 100 km/h (4°) = 7,1 s
      80 – 120 km/h (5°) = 10,0 s

      4° Honda Civic Si
      40 – 80 km/h (3°) = 5,6 s
      60 – 100 km/h (4°) = 7,7 s
      80 – 120 km/h (5°) = 11,1 s

      5° Peugeot 308 2.0 man.
      40 – 80 km/h (3°) = 6,4 s
      60 – 100 km/h (4°) = 9,7 s
      80 – 120 km/h (5°) = 13,3 s

  19. marcos romero

    11 de fevereiro de 2013 at 17:48

    ALÔ CARPLACE DA UMA OLHADINHA NO VISUAL DESTE CARRO DA TOYOTA

    ACHO QUE A TOYOTA ACERTOU EM CHEIO NO NOVO DESIGN DOS SEUS CARROS

    NA MINHA OPINIÃO A TENDENCIA É A TOYOTA ABRIR MAIS VANTAGEM AINDA NA LIDERANÇA MUNDIAL ..VAI VENDER COMO PÃO QUENTE
    https://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=101514

  20. marcelo - sp

    11 de fevereiro de 2013 at 17:54

    Cobrar R$ 80 mil num carro com câmbio mecânico? Não é para mim.

    • Cristiano_RJ

      11 de fevereiro de 2013 at 23:33

      Por favor, não repita uma tolice dessas meu velho. O carro possui uma proposta esportiva! Carros esportivos de fato ou com proposta esportiva como esse Fluence GT podem até ter câmbio automático, mas ficam bem melhor com câmbio manual, sem dúvida. Afinal, nesse tipo de veículo o que se está priorizando é o prazer em dirigir, a interatividade homem-máquina e não o conforto.

      E se você está chocado com o fato do Fluence GT ser manual e custar R$ 80 mil, o que dizer do finado Civic Si, por exemplo? Quando deixou de ser fabricado pela Honda em 2011, só era oferecido com câmbio manual e por "meros" R$ 102 mil. Atualmente, temos o DS3, também só oferecido com câmbio manual, por R$ 80 mil. Aliás, o Bravo T-Jet, se for equipado à altura do Fluence GT (GPS, xenon, couro, múltiplos air bags etc.), fica por … R$ 80 mil. E o câmbio? Manual! E tem o novo Fusca…

      • Douglas Alves

        12 de fevereiro de 2013 at 0:50

        Concordo com você Cristiano, esportivo prioritariamente tem que ter câmbio mecânico, mas coloco também os câmbios automatizados de dupla embreagem. Esses caem como uma luva nos esportivos. Tem conforto, mas também tem diversão com as trocas manuais, que não deixa de ser uma interação entre o homem e a máquina.

        • Cristiano_RJ

          12 de fevereiro de 2013 at 10:21

          Pois é Douglas, mas só um adendo: câmbios automáticos também podem ter opção de trocas manuais, assim como os automatizados de dupla embreagem. E essa observação também se extende às aletas de trocas no volante ou paddle shifts ou borboletas. Podemos citar como exemplos o Civic (câmbio A5) e o Lancer (câmbio CVT) que possuem câmbios automáticos com essa facilidade. O grande diferencial do automatizado de dupla embreagem na verdade é a velocidade com que as trocas ocorrem. Nesse quesito são insuperáveis; nem mesmo o câmbio manual consegue ser mais eficiente.

          • Rodrigo

            12 de fevereiro de 2013 at 11:09

            O Fluente também permite a troca manual no cambio CVT…

          • Cristiano_RJ

            12 de fevereiro de 2013 at 13:32

            Sim, permite; mas apenas através da alavanca de câmbio. Não há trocas por paddle shift como nos modelos citados.

          • Luiz Lima

            2 de maio de 2013 at 8:40

            Mas tem outras opções : Cerato, Lancer, Jetta, etc. Fique triste não. Escolha!

          • Douglas Alves

            12 de fevereiro de 2013 at 11:41

            Por isso eu falei que ele são perfeitos para esportivos, pela rapidez nas trocas.

          • Cristiano_RJ

            12 de fevereiro de 2013 at 13:40

            Ok, é que ficou parecendo que você se referia às trocas manuais…

          • Rodrigo

            12 de fevereiro de 2013 at 17:07

            Rapidez nas trocas? No CVT do Fluence é possível trocar no modo manual em menos de um segundo, o curso da alavanda é muito curto. Não entendi pq necessita ser mais rápido… fora que no CVT o carro permanece sempre engatado, não existe o tempo de "ponto morto" como os demais tipos de câmbio.

          • Cristiano_RJ

            12 de fevereiro de 2013 at 18:18

            Rodrigo, só mesmo dirigindo um carro com um câmbio automatizado de dupla embreagem para ter noção do que estamos dizendo. Não há nada que possamos explicar em palavras que faça você entender a diferença. É brutal!

          • Luiz Lima

            2 de maio de 2013 at 8:32

            No meu entender está havendo um equívoco aí. Todo câmbio automático "rouba" potência do motor, deixando ele mais lento e também mais bebedor. Muita gente se esquece disso na hora de comprar um carro com este câmbio.
            Outro erro normal hoje entre os brasucas é achar que câmbio automático é obrigatório para carros "caros", sendo que os automáticos e afins, estão cada vez mais presentes em carros populares. ^
            Outra questão é o uso que cada um faz do seu veículo, quem anda muito em trânsito pesado vai preferir o conforto do automático, mas quem pega muita estrada com viagens longas e sem engarrafamentos não vê no câmbio mecânico NENHUM problema. Aléem de ter maior rendimento do motor e maior agilidade, independente do valor do carro!

      • Marcelo

        12 de fevereiro de 2013 at 11:13

        Ele disse q o carro nao eh p ele. Vc quer escolher qual carro ele deve comprar agora?

        • Cristiano_RJ

          12 de fevereiro de 2013 at 13:38

          Ele pode dizer que não é para ele porque ele procura um carro automático e não um esportivo… aí tudo bem. Ou então ele dizer que não compra carros de R$ 80 mil por diversas razões, vá lá… Agora, o que não está coerente e o que foi foco da minha crítica é o camarada aí de cima apontar o fato do carro ser manual e custar R$ 80 mil como se isso fosse um absurdo em si. Agora, o que é que você tem a ver com isso mesmo? Tomou as dores para si foi?

          • Roberto

            12 de fevereiro de 2013 at 16:20

            Comparar um DSG com manual ? tenha paciência…

          • Cristiano_RJ

            12 de fevereiro de 2013 at 16:51

            wtf????!!!

          • Roberto

            12 de fevereiro de 2013 at 17:45

            Quer que eu desenhe seu WTF ???

          • Cristiano_RJ

            12 de fevereiro de 2013 at 18:16

            Por favor…

          • saosao

            13 de fevereiro de 2013 at 16:58

            Acho que quem interpretou errado aqui foi vc, colega. Ele apenas fez um comentário e vc já criou um contexto enorme em cima disso.

            Deixa o cara ser feliz e seja mais educado. Comentários com esse teor só vai alimentar seu ego de se sobrepor com seu jetta tsi e não agregarão em nada à ninguém e ninguém vai aprender com o que vc disse.

          • Cristiano_RJ

            13 de fevereiro de 2013 at 21:44

            O que é isso agora? Você também sentindo as dores dos outros???!!!! E ainda vem cheio de hipocrisia me chamar de mal educado e dizer que eu criei “um contexto enorme” em cima do que o cara lá falou? Ah, poupe-me saosao! Veja só quem é que está sendo mal educado e criando “contexto enorme” agora! Vem dizer que meus comentários visam alimentar meu ego, que quero me sobrepor com meu Jetta e blá-blá-blá. Qual é a sua, bicho? Por acaso leu mesmo o que postei? Aliás, leu o que escrevi ao longo de toda essa discussão? Foram mais de 20 postagens onde me dei ao trabalho de pesquisar, repassar informações interessantes e ajudar a quebrar paradigmas e você vem me dizer que não agrego nada????!!! E depois vem com essa filosofia de botequim dizer que quem tem carros mais caros não respeita os outros, enquanto aqueles que possuem carros mais simples não fazem mal a ninguém? BULLSHIT! A maior abobrinha postada nessa matéria até agora. Tomou o quê, meu caro? É ressaca do carnaval, é?

          • Cristiano_RJ

            13 de fevereiro de 2013 at 21:44

            Olha só, não vou mais perder meu tempo com você. Se discorda de algo que postei, diga diretamente o que e apresente seus argumentos. É para isso que estamos aqui. Para discutirmos sobre essa paixão em comum: OS CARROS. Podemos concordar ou não, mas isso é secundário, o que vale é a troca de experiências. Agora, se quiser dar uma de psico-antropólogo-sociólogo pra cima de mim, dispenso! Não estou aqui para ler babaquices!!!

      • Celso

        14 de fevereiro de 2013 at 21:35

        Concordo plenamente. Carro com apelo esportivo tem que ter câmbio manual. E ponto.

  21. LS7

    11 de fevereiro de 2013 at 18:26

    0-100 Km/h em 9,2 segundos num Fluence com 180 cv e mais de 30 Kg de torque?!?
    Ou o carro estava com algum problema, ou esses números de potência e torque não são verdadeiros.
    Estou mais para a primeira opção, pois um Civic 1.8 com 40 cv a menos e pouco mais da metade de torque já conseguiu 0-100 Km/h em 9,6 segundos (se bem que foi só numa certa revista).
    8 segundos também seria exagero, mas acredito que em 8,5 segundos ele conseguiria.

    • pedro37

      11 de fevereiro de 2013 at 21:51

      Um fluence aspirado manual faz entre 9,5 e 9,8. Talvez seja a relaçao de marchas.
      Mas o que esse carro tem eh torque!!
      E civic 1.8, por favor….coloca 4 pessoas no carro e pega uma serra pra vc ver.

    • marciors01

      12 de fevereiro de 2013 at 0:22

      Verdade, mas nas retomadas que é o importante ele é rapidíssimo, retoma praticamente junto do tsi que é automático e reduz marchas no teste, se no teste de retomada este fluence estiver em terceira marcha irá certamente andar junto do jetta.

      • Cristiano_RJ

        12 de fevereiro de 2013 at 19:08

        Sem dúvidas. Veja meus posts logo abaixo, em resposta ao V8…

  22. W_Costa

    12 de fevereiro de 2013 at 10:54

    Se tivesse uma versão Hatch seria show de bola, ou esse motor (e também as rodas e freios) poderiam ser cedidas para o mico do Sandero GT Line com alguns airbags extras pra compensar a "fragilidade" da extrutura da carroceria. E outra coisa que falta pra Renault (principalmente pra esse em questão): um câmbio automático com trocas por borboletas no volante, a união perfeita da esportividade com conforto.

  23. Luiz Guilherme

    12 de fevereiro de 2013 at 11:07

    Possuo um Fluence Dynamique 2011/2011, com 15.000 km, câmbio manual, 6 marchas. Excelente carro. Fiquei balançado quando o GT foi lançado no Brasil, e dei uma boa olhada no carro durante o Salão do Automóvel 2012. Cheguei a anunciar o meu Fluence atual, mas desisti. Isto porque creio que o face-lift que fizeram neste carro, mostrava no Salão do Automóvel, na Turquia, deve chegar na America Latina, inclusive no Brasil, durante o 2º semestre. Vou reavaliar tudo quando a garantia do meu carro terminar, em meados de março de 2014. Já pensou se me desfaço de um carro com 15.000 km, 1 ano de garantia pela frente, compro um Fluence GT 2013 por R$81000,00, e dentro de um semestre ele passa a ser vendido com outra "cara"??!! (que por sinal, achei muito bonita). Aqui mesmo no CARPLACE, vocês podem procurar pelo no face-lift dele…

    • Celso

      14 de fevereiro de 2013 at 19:55

      Acho melhor vc vender o seu já. Se esperar chegar a nova versão estes modelos atuais vão desvalorizar, com certeza.

  24. Cristiano_RJ

    12 de fevereiro de 2013 at 19:04

    Minha opinião sobre o Fluence "civil" eu já tive a oportunidade de expor anteiormente. Trata-se do melhor custo-benefício do segmento: ótimo porta malas, espaço interno irrepreensível, excelente conjunto mecânico de origem japonesa, materiais de acabamento condizentes com o segmento, pacote de equipamentos inigualável… As críticas ficam por conta do design conservador, interior chocho (especialmente o quadro de instrumentos) e algumas falhas na montagem da carroceria. Portanto, quem procura um sedan familiar, terá no Fluence Dynamique ou Privilège ótimas opções. (continua)

  25. Cristiano_RJ

    12 de fevereiro de 2013 at 19:05

    (continuação) Agora, esse Fluence GT em minha opinião é apenas para aficcionados. Digo isso porque o câmbio manual afasta a maior parte do público que procura sedans médios top de linha (não é à toa que algumas pessoas criticaram essa característica do carro). Entretanto, quem o levar, com certeza terá um ótimo carro em suas mãos. Em que pese o 0 a 100 km/h pouco empolgante, quando o assunto é retomadas, esse carro dá surra em Civic Si e Citroën DS3 (vejam meus posts acima, em reposta ao V8). Além disso, a Renault conseguiu dar um "up" no visual careta e no quadro de instrumentos "nada a ver". Para finalizar, o estofamento é de bom gosto (vi pessoalmente e sei o que estou falando). Se eu já não tivesse um Jetta TSI, provavelmente esse Fluence GT teria sido a minha escolha. Não que este seja melhor que o VW (e não é mesmo), mas a diferença de preço ao equipar o Jetta é considerável e poucos carros conseguem aliar diversão e versatilidade de uso como esse Renault.

    • pedro37

      12 de fevereiro de 2013 at 19:53

      Bem colocado. O meu, que esta com 52 mil km só me deu alegrias. Acabamento fraco porem os equipamentos e o conjunto mecânico sobram na categoria. Civic, Elantra e Cruze de amigos que o digam.
      Quanto a beleza, façam como eu; estacionem de frente para a parede nas garagens rsrs.

    • Roberto

      12 de fevereiro de 2013 at 20:25

      Até que enfim um texto lúcido… ganhou uma joinha. Tenho um Jetta TSI, e jamais pensaria em comprar esse Fluence, principalmente depois do resultado do crash test e do comportamento dinâmico da suspensão.

      • Carlos

        12 de fevereiro de 2013 at 21:38

        O crash test realizado pelo Latin NCAP, não é valido para o Brasil, pois o carro testado em questão era o 1.6, com 2 Air-bags e sem pré-tensionadores para os cintos de segurança. O vendido no Brasil é o 2.0 com 6 Air-Bags e com pré-tensionadores do cinto de segurança.

        • Roberto

          13 de fevereiro de 2013 at 16:13

          Como não vale ? a estrutura é a mesma… a área de deformação idem. Somente a quantidade de air bags que é diferente.

          • pedro37

            13 de fevereiro de 2013 at 17:17

            nao vale! nao sei se vc sabe o que sao pre-tensionadores dos cintos de segurança…

          • Roberto

            13 de fevereiro de 2013 at 17:49

            Como a VW e FIAT são burras, nem precisava tirar mille e kombi do mercado, bastava colocar pré-tensionador nos cintos + air-bag que ganhariam 5 estrelas no Euro NCAP.

          • pedro37

            13 de fevereiro de 2013 at 21:04

            acho que nao sao a VW e a Fiat que sao burras nao. Se vc acha que os pre-tensionadores nao alterariam o resultado, o burro aqui eh vc.

          • pedro37

            13 de fevereiro de 2013 at 21:05

            E quem tem que ficar intacto sao as pessoas, nao os carros! ou entao um galaxie tiraria 5 estrelas.

          • Celso

            14 de fevereiro de 2013 at 20:06

            Quanto mais airbags menos danos aos ocupantes. Isso é o que vale. Não é só estrutura do veículo que conta no teste.

      • pedro37

        12 de fevereiro de 2013 at 23:57

        Pq crash test Roberto?? Ele tirou 4 estrelas na versão com 2 airbags apenas, que NAO eh vendida no Brasil.
        Acho que so o Elantra tem 6 airbags como o Fluence vendido aqui, os outros concorrentes tem apenas 2 ab e 4 ab nas versoes de 80 mil reais. Numa batida lateral ou capotagem, a diferença entre a vida e a morte podem ser esses airbags a mais.
        Quanto a suspensao, tbem acho bem macia (parecida com o Corolla), porem pra mim eh o ideal, pois viajo muito e assim não cansa tanto. Mas tem quem não goste.

        • Cristiano_RJ

          13 de fevereiro de 2013 at 9:22

          Pedro,

          Na realidade não são apenas o Fluence e o Elantra que tem 6 air bags. Veja a lista abaixo por ordem decrescente de preços:

          Jetta TSI (R$ 86 mil) – 6 air bags + ESP/ASR
          Lancer GT (R$ 84 mil) – 7 air bags (mas não tem ESP/ASR)
          Cruze LTZ (R$ 78 mil) – 6 air bags + ESP/ASR
          408 THP (R$ 77 mil) – 6 air bags + ESP/ASR
          408 Griffe (R$ 71 mil) – 6 air bags + ESP/ASR
          Sentra SL (R$ 68 mil) – 6 air bags (mas não tem ESP/ASR)
          C4 Pallas Excl. (R$ 67 mil) -6 air bags (mas não tem ESP/ASR)
          408 Feline (R$ 66 mil) – 6 air bags + ESP/ASR

          • pedro37

            13 de fevereiro de 2013 at 14:05

            Esqueci dos PUG, mas o unico que me interessaria seria o THP.
            Sentra ja esta velho, C4 idem, apesar de serem bons carros.
            O Cruze só tem na versão top, assim como Jetta e Lancer.
            Eu escrevi imaginando os concorrentes para o meu (Dynamique) que começa em 59 mil.
            Foi mal…

          • Cristiano_RJ

            13 de fevereiro de 2013 at 21:52

            Beleza. Realmente, se for considerar a faixa dos R$ 60 mil, no segmento dos sedans médios só o Fluence e o 408 mesmo possuem os 6 air bags (estou excluindo os modelos mais antigos e próximos da renovação).

  26. Readgis

    13 de fevereiro de 2013 at 0:36

    Um bom carro, mas, não é um legítimo esportivo de entrada.

    • Eusébio

      13 de fevereiro de 2013 at 15:03

      Pois é, talvez isso seja um erro. Ao tentar agradar vários públicos fazendo o carro um "esportivo agradável" talvez venda menos. Acredito que se a Renault fizesse um esportivão de verdade duro e mais rápido com esse mesmo preço venderia mais. O carro já é manual, o que já tirou o interesse de muita gente como vimos nos comentários.

      • Luiz Lima

        2 de maio de 2013 at 16:42

        Caro Euzébio, o carro está ótimo sendo manual, se você prefere automático vá de jetta, de lancer, etc. Os que dizem que preferem automáticos ou são preguiçosos e não gostam de passar marchas, ou não gostam de dirigir e acham ruim que existam quem gosta de dirigir e não se encomodam com as trocas manuais. A Renault sabe o que tá fazendo, deixe de reclamar e seja feliz com o seus automáticos.

  27. luizfelipebc1

    13 de fevereiro de 2013 at 8:53

    Fluence não seria nenhuma das minhas opções… Prefiro um belo Mit Lancer para rasgar com os corações partidos.

    • Cristiano_RJ

      13 de fevereiro de 2013 at 10:16

      Cara, sinceramente, eu dispenso a aparência do "belo Mit Lancer" em nome de um desempenho realmente condizente. Fiz um TD no início do ano passado no Lancer CVT antes de optar pelo meu atual carro (um Jetta TSI) e me decepcionei com o desempenho FRACO. Além disso, achei a suspensão dura demais (e olha que meu carro anterior era um i30 e eu já estava acostumado). Ademais, como pode um carro de mais de R$ 80 mil não vir com ESP/ASR, ajuste de profundidade do volante, vidros elétricos one-touch e vir com cinto de segurança traseiro central do tipo sub-abdominal? O Lancer não é um carro ruim, mas existem opções melhores no mercado. Para quem gosta de desempenho por exemplo, há pelo menos uma meia dúzia de opções na mesma faixa de preço.

      • Luiz Lima

        3 de maio de 2013 at 13:31

        Também fiz TD no Lancer e o carro é totalmente "sem sal" no interior, parace um TR4. Não dá pra concorrer com um interior tão fraco.

    • Eusébio

      13 de fevereiro de 2013 at 15:09

      Os boatos são que o Lancer vai ganhar modelo novo ano que vem e que os produzidos aqui já serão assim. Considerando que o atual é de 2007 acho que procede.

      Espero que a Mitsubishi apresente uma proposta melhor para o Lancer ao invés de contar só com o visual esportivo. Ele realmente poderia dar uma mordida no segmento dos médios onde só tem carro de vovô a preço de BMW.

  28. zemarreta

    13 de fevereiro de 2013 at 14:13

    Eu não compraria por não ter o câmbio automático. Se eu quisesse um carro mais esportivo com câmbio manual, ou comprava um Si usado, ou um DS3 novo. Do jeito que está, acho que a proposta dele ficou meio perdida, é um sedã com cara de tiozão, apesar da tunada/xunada da versão, tem motor mais vigoroso que as versões normais, mas ao mesmo tempo aposta nos atributos de conforto, como a suspensão ainda macia, mas não tem o principal item de conforto que o comprador de meia idade dele gostaria, que é o câmbio automático.

    • Luiz Lima

      2 de maio de 2013 at 16:44

      Tem sim companheiro, nas versões aspiradas. Tem conforto e é bem mansinho. Do jeito que você gosta.

  29. saosao

    13 de fevereiro de 2013 at 15:54

    Lendo os posts vejo que há muitas pessoas e muitas verdades. Ainda que o ideal para a melhor performance em um esportivo seja o câmbio manual ou automático com borboletas de troca de marchas, cada um se sente melhor de um jeito específico. O problema é que há muitos "entendidos" no assunto que se julgam no direito de criticar outros por acreditarem saber mais, e ainda mais por terem em suas garagens um carro potente, "esportivo".
    Fiz uma cicloviagem de Itu à São Paulo na segunda-feira de Carnaval, e chegando em São Paulo, percebemos um fato triste: as pessoas se tornam mais selvagens no trânsito e julgam que têm mais direito dependendo do veículo que dirigem, ou seja, um Fiestinha 95 não te incomoda, mas passa um cara de Land Rover e se acha no direito de usar toda a pista e jogar o ciclista para fora, sem se preocupar com o fato de que isso pode levar à morte.
    Aqui no blog é a mesma coisa: uma pessoa que tem um Jetta TSI se acha no direito de criticar outro por este não conhecer tanto de carros como ele, que tem grana.
    O dinheiro gera poder. Triste isso.

    Se vc tem condições, vá curtir seu brinquedo e pare de perder tempo com os ignorantes que andam de Fiestinha, Gol, Palio… ou vc acha mesmo que uma opinião de alguém que te agride vá te agregar em algo?

    Educação é tudo, amigos. Geralmente ela está mais disponível para quem tem mais dinheiro, mas infelizmente não é o que vemos no Brasil.

    • Rodrigo

      13 de fevereiro de 2013 at 17:04

      saosao disse tudo, meus parabéns!

    • Cristiano_RJ

      13 de fevereiro de 2013 at 23:08

      Pior do que os “entendidos de carros” são os “entendidos de pessoas”. Se julgam acima do bem e do mal e são tão ou mais arrogantes quanto aqueles que querem criticar. Acham que sabem o que se passa na cabeça dos outros e criam teorias sobre o comportamento humano mais dispensáveis do que geladeira para esquimó. É muito mais simples imputar à arrogância do rico mal educado a razão de ter levado um “chega pra lá” de um Land Rover do que se lembrar que diversas razões podem explicar o que aconteceu: será que ele o viu? Essa seria uma explicação mais plausível, mas não. A arrogância não permite essa conjectura… E quanto aos bondosos e inocentes “donos de Fiestinhas 95” vítimas dos malvados e que não incomodam ninguém? Ora, será mesmo que nos bairros periféricos encontramos mostras de civilidade no trânsito e respeito às leis? O uso do cinto de segurança, por exemplo, é maior entre aqueles de menor poder aquisitivo? Respeito ao sinal vermelho? Estacionamento em local proibido? Hein? Tá bom. Pra mim já chega. Vou ficando por aqui.

    • Cristiano_RJ

      13 de fevereiro de 2013 at 23:09

      PS. Prezado saosao, tanto eu como você comentamos neste espaço há anos. Verdade seja dita, discordamos mais vezes do que concordamos, mas até hoje, sempre nutri respeito por você e suas opiniões, ainda que opostas às minhas. Lendo essa pérola que acabastes de postar, confesso que estou até decepcionado com sua postura. Nunca utilizei o fato de possuir um Jetta como motivo para me colocar em patamar de superioridade a ninguém, mesmo porque, não acho que possuir um Jetta seja lá grandes coisas e ainda que fosse, minhas crenças me impediriam de agir dessa forma. Só não sabia que isso te incomodava tanto assim. Paciência. Acho que você é quem precisa de umas seções de análise…

      • pedro37

        14 de fevereiro de 2013 at 16:26

        Julgar pessoas pelos carros que possuem não me parece nobre.
        Assim como pegar um exemplo e usa-lo como se fosse regra não me parece inteligente.
        E jogar m…. no ventilador sem dar nome aos bois me pareceu bem covarde.

      • Luiz Lima

        2 de maio de 2013 at 16:47

        O saosao está falando sobre segurança e respeito. Só. Concordo com ele.

  30. ADALBERTO OZELIM

    13 de fevereiro de 2013 at 21:28

    Só a quantidade de comentários ( 126 em 3 dias ) mostra que o modelo chama bem a atenção de muita gente !
    O que tenho a dizer é que a montadora Francesa está inovando ao lançar um modelo com tantos ´´ predicados´´
    é justamente isso que colabora com o mercado , pois os consumidores tem ao seu alcance uma opção excelente com preço bem convidativo – qualquer outra montadora cobra´´ bem mais por menos´´.
    Discordo da reportagem quando diz que o Fluence GT , ´´ serve a um público diferente do Honda e do Volkswagen´´´( Jetta TSI ) , Pode ser que sirva sim a um público mais inteligente e menos ´´maria vai com as outras´´, pois o custo benefício do Fluence GT é imensamente superior a qualquer um desses,que cobram demais pelo nome da montadora!
    Parabéns a Carplace – continuem assim , não tenham receito de ´´melindrar´´ os psico-dependentes , acho que vocês foram até muito ´´suaves´´ nas comparações , temos que exaltar qualquer que seja a montadora que vier melhorar a qualidade a segurança e a tecnologia dos nosso veículos , e temos também de ter a coragem de falar a verdade sobre a insegurança o atraso e os altos preços das ´´carrocinhas´´ que tentam nos enfiar ´´goela abaixo´´ como se fossem ´´maravilhas do outro mundo ´´ , se fosse assim elas ( as exploradoras digo montadoras ) fabricariam em seus países de origem os mesmos modelos que produzem aqui .

  31. Cristiano_RJ

    13 de fevereiro de 2013 at 23:41

    CARPLACE, mais uma vez, gostaria de parabenizar a excelente matéria. De fato, os comparativos com os números dos testes de pista ficaram muito mais esclarecedores. Um diferencial do site. Gostaria também de fazer duas sugestões:

    1) Vocês poderiam medir o consumo com álcool e também com gasolina no caso de carros flex.

    2) Você poderiam estabelecer um critério de notas, considerando os diversos aspectos relevantes em um comparativo (design, acabamento, desempenho, consumo, custo-benefício, etc.)

  32. Celso

    14 de fevereiro de 2013 at 19:19

    Eu prefiro carros com bons equipamentos de série, com boa dose na relação peso x potência, confortável, seguro, a gasolina, câmbio manual e um bom custo x benefício. Para mim este Fluence GT entrega isso.

    • Luiz Lima

      2 de maio de 2013 at 16:49

      Celso tu és o cara. Disse tudo!!!

  33. Vitor Correia

    16 de fevereiro de 2013 at 17:18

    Carro muito bem acertado, assim como o 408 THP, ele tem sobriedade e equilíbrio entre esportividade visual merecido,pra uns até um pouco exagerado, porém é melhor do que ser um COROLLA XRS, ou CRUZE SPORT 6, esportivos falsificados

    • Cristiano_RJ

      16 de fevereiro de 2013 at 23:26

      O Corolla XRS é uma piada de mal gosto. Não merece nem ser citado…

  34. Cristiano_RJ

    17 de fevereiro de 2013 at 0:12

    Para quem tiver curiosidade, segue abaixo link para vídeo onde Bob Sharp avalia o Fluence GT em pista fechada:
    http://www.youtube.com/watch?v=qaUQDp47oMY

  35. Nnoitra

    23 de fevereiro de 2013 at 22:55

    Um carro que entrega torque máximo a 2250 RPM pode fazer muito melhor do que 7,6 KM/L.

    • Luiz Lima

      2 de maio de 2013 at 16:52

      Um 2.0 na cidade realmente sofre. Talvez não faça mesmo mais que 8,0 km/l. Mas o seu ponto forte é em rodovia. Vi uma reportagem que informa que faz acima de 14,5 km/l, e sinceramente eu acredito.

  36. Kráudiu

    2 de abril de 2013 at 20:33

    Fico impressionado com o preconceito com algumas marcas…
    Se esse carro tivesse o logo da VW e custasse R$95mil, um monte de "entendidos" compraria feliz da vida.

    • Salvadeo

      12 de maio de 2013 at 22:36

      Fato!

  37. Cabelinho

    12 de abril de 2013 at 18:49

    Comprei um Fluence GT em janeiro de 2013 e no dia seguinte de retira-lo da agencia coloquei na estrada. 1250km. Estou muito satisfeito. Boas retomadas e bom consumo, cerca de 12 km/l estrada. Segurança nas curvas e nas ultrapassagens. Estou com 6500 km rodados e sem reclamação. Abs.

  38. GustavoHM

    9 de junho de 2013 at 6:44

    Não da pra entender esse desempenho pior que o do Peugeot 408, que tem quase 200 kg a mais, cambio AT comum e 15cv a menos.

    • ice2642

      8 de abril de 2014 at 20:11

      por ser mecânico o fluence GT, se o motorista não souber trocar marcha, o tempo fica ruem mesmo. tem muito video no youtube mostrando ele ir de 0-100 na media dos 8s e até menos.

  39. moises_b

    16 de julho de 2013 at 10:55

    O meu tá com 235cv, picos de 240cv. Filtro esportivo + Chip + Pódium + Aditivo óleo Tufoil.
    "nádegas a reclamar". Na estrada ninguém encosta nele, pode vir carros da mesma categoria como Jetta TSI, 408 chipado, o que for. O torque maior do Fluence GT em relação aos concorrentes faz diferença, e agora com chip tem ainda mais torque. Ah! e o piloto aqui modéstia parte é muito bom, experiência também conta!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>