Avaliação: Renault Duster Dynamique 2.0 4×4 2012

Renault Duster 2.0 4x4

Com um mercado carente de SUVs (Sport Utility Vehicle) compactos com preço acessível, a Renault demorou para lançar o Duster em nosso país, chegando por aqui somente em outubro de 2011 já com fabricação local. O Duster é o primeiro utilitário esportivo da marca no Brasil e chegou para acabar com a liderança do seu principal rival, o Ford Ecosport. São oferecidas seis versões no Brasil, sendo que a topo de linha Dynamique 4×4 com câmbio manual foi avaliada por uma semana. Confira a avaliação.

Renault Duster 2.0 4x4

O diferencial do Duster em relação aos seus concorrentes está na robustez e na capacidade de enfrentar terrenos acidentados, dignos de provas off-road. O modelo da marca francesa, por exemplo, não raspa a frente na primeira lombada ou valeta que encontra. O Duster foi feito em parceria com a romena Dacia (uma das marcas do grupo Renault) e compartilha componentes com Logan e Sandero, como é nitidamente percebido em seu interior e em alguns detalhes da parte externa.

Renault Duster - 2.0 4x4

Com um visual externo diferenciado, o Duster chama a atenção por onde passa, além de ser considerado uma novidade no mercado, o modelo avaliado ainda tinha chamativa cor de lançamento verde Amazônia. Com uma mistura de linhas retas e arredondadas, O Duster tem estilo próprio. O SUV francês possui um ângulo de ataque de 30 graus, enquanto o ângulo de saída chega a 35 graus e a altura em relação ao solo é de 21 cm. Mesmo sem a opção de marcha reduzida, típica dos veículos 4×4, o câmbio manual de seis marchas disponibiliza uma a primeira marcha relativamente curta, para garantir mais tração, o que foi comprovado durante os testes.

Roda e pneu do Renault Duster 4x4

As características off-road estão presentes nos pneus de uso misto e nos detalhes externos como estribos e pára-choques mais robustos. Segundo a marca, o Duster consegue atravessar regiões alagadas com até 40 cm de água, sem danos ao veículo. A versão Dynamique é a única que pode ser equipada com tração 4×4 e com a opção de câmbio manual de 6 marchas. Para esta versão, o câmbio automático não é oferecido. Para usar a tração, o motorista não precisa de muito esforço, pois o controle é feito através de um botão com as posições 2WD, Auto e Lock.

Controle 2WD / Auto / 4WD

Como manda o figurino, com a ativação do modo 4×2 (2WD) a distribuição da força acontece apenas nas duas rodas dianteiras. Quando utilizada a posição “Auto”, a distribuição do torque é feita entre os eixos dianteiro e traseiro, conforme a aderência do piso pelo qual estiver conduzindo o veículo. Essa opção funciona sempre em baixa velocidade, e quando as rodas dianteiras patinam, o sistema transfere parte da força para o eixo traseiro. Já a função “Lock” oferece ao SUV a opção de ser usado em condições de terreno mais adversas, como na lama e na areia. Essa função foi programada para ser desativada automaticamente quando o veículo ultrapassa 80 km/h.

Antes de ser homologado para rodar no Brasil, a Renault teve que recalibrar molas e amortecedores para suportar as condições das ruas e estradas brasileiras. O modelo é agradável de dirigir, mostrando segurança o tempo todo. O equilíbrio é constante e mesmo em velocidades mais elevadas, o carro não muda de trajetória e nem quica muito como outros utilitários do mesmo segmento. Em estradas de terra esburacadas, o Duster se saiu muito bem, mostrando para que veio, suportando bem os impactos sem “arregar” em nenhum momento. A tração fez seu papel e enfrentou trechos de areia fina sem pestanejar.

Interior do Renault Duster 2.0 4x4

Por dentro, é impossível não compará-lo com os outros modelos da marca, porém com um acabamento bem mais esmerado e de qualidade superior. Mesmo que seja um pouco espartano em algumas áreas das portas e painel. O modelo vendido aqui tem um interior totalmente diferente do produto original da Dacia, vendido na Romênia. A preocupação com o passageiro nesta versão topo de linha é evidente, por dentro é notado às duas tonalidades de cor, sempre em tons escuros. O Duster oferece vários porta-objetos espalhados pelo seu habitáculo, com destaque para um localizado no teto que pode ser utilizado tanto pelos passageiros da frente, quanto do banco de trás.

O espaço interno é um dos vários pontos positivos do Duster, cabem até cinco ocupantes sem aperto, oferecendo muito conforto para quem anda no carro. Além do porta-malas, que tem capacidade para até 475 litros em posição original. Com o banco traseiro rebatido, o espaço é bem maior, e é possível até carregar uma bicicleta.

Duster 2.0 - Sistema de som

Bem equipada, a versão Dynamique traz de série rádio integrado ao painel AM/FM e CD-Player, conta com o sistema de áudio “3D Sound by Arkamys” e reproduz músicas nos formatos MP3, WMA e WMV. Além de comando satélite instalado na coluna de direção, que serve para controlar todas as funções do sistema de som sem tirar as mãos do volante. O sistema oferece também tecnologia Bluetooth.

O modelo avaliado conta ainda com ar-condicionado com controle manual e direção-hidráulica auxiliada pela regulagem de altura do volante. Para causa boa impressão, volante e a manopla de câmbio são revestidos em couro e o banco traseiro pode ser rebatido (1/3 e 2/3). O carro traz também computador de bordo e acionamento elétrico dos retrovisores externos. No que diz respeito a segurança, o Duster vem com freios ABS e airbags dianteiros. O modelo topo de linha se diferencia do restante da linha pelas roda de liga leve na cor preta, máscaras negras nos faróis de neblina, pára-choques com duas tonalidades e monograma com a inscrição 4WD (4×4). Opcionalmente são oferecidas a pintura metálica e os bancos de couro.

Motor do Renault Duster

Sob o capô, o Duster Dynamique oferece o robusto motor 2.0 litros 16V Hi-Flex (o mesmo do Mégane), com uma nova central eletrônica, elevação da taxa compressão de 9,8:1 para 11:1.; quinta válvula injetora de combustível para partida a frio e novos cabeçote, válvulas, pistões e tampa de distribuição. O propulsor disponibiliza uma potência de 142 cv (etanol) / 138 cv (gasolina) a 5.500 rpm e torque máximo de 19,7 kgfm (gasolina) / 20,9 kgfm (etanol) a 3.750 rpm. Essa potência é suficiente para empurrar os 1.353 kg sem problemas, porém é necessário acelerar mais forte para conseguir velocidades mais elevadas, no que acarreta em um consumo mais elevado. Em nosso teste o Duster fez uma média de 7,5 Km/l, sempre rodando na cidade e com o ar-condicionado ligado.

O motor trabalha em conjunto com um câmbio manual de 6 marchas e segundo o fabricante, ele faz de 0 a 100km/h em 10,4 s (etanol) / 11,1 s (gasolina) e a velocidade máxima é de 181 km/h (etanol) / 178 km/h (gasolina). Durante o teste o desempenho foi bem equilibrado, dando conta do recado. O Duster Dynamique 2.0 com tração 4×4 e câmbio manual tem o preço de R$ 64.600 e pode chegar a R$ 66.950 com os opcionais (pintura metálica por R$ 850 e bancos em couro por R$ 1,5 mil). São oferecidas sete opções de cores: Prata Etoile, Azul Crepúsculo, Cinza Acier, Vermelho Fogo, Branco Glacier, Preto Nacré e Verde Amazônia.

*FICHA TÉCNICA

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.998 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual de seis marchas à frente e uma a ré. Tração integral. Não oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 138 cv e 142 cv com gasolina e etanol a 5.500 rpm.
Aceleração: 0-100 km/h: 11,1 e 10,4 segundos com gasolina e etanol.
Velocidade máxima: 178 km/h e 181 km/h com gasolina e etanol.
Torque máximo: 19,7 kgfm e 20,9 kgfm com gasolina e etanol a 3.750 rpm.
Diâmetro e curso: 82,7 mm X 93,0 mm. Taxa de compressão: 11,2:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson com amortecedores hidráulicos telescópicos, triângulos inferiores e molas helicoidais. Traseira independente multilink com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos verticais na versão 4X4. Não possui controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 215/65 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS.
Carroceria: SUV em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,31 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,69 m de altura e 2,67 m de entre-eixos. Oferece airbag duplo frontal.
Peso: 1.353 kg.
Capacidade do porta-malas:400 litros.
Tanque de combustível: 50 litros.
Produção: São José dos Pinhais, Paraná.
*Dados de fábrica

Texto e Fotos: Marcus Lauria

Galeria de Fotos: Renault Duster Dynamique 4×4

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83 Comments

  1. Leandro Vagner

    16 de junho de 2012 at 9:50

    Não é p/ mim…..

    • D7V5

      17 de junho de 2012 at 12:57

      Acho uma boa opção para quem precisa de uma perua ou um 4×4.

  2. gabryelpinho

    16 de junho de 2012 at 9:51

    o duster é não é bonito, é exotico e simples, lateriais bombadas, eu gosto desse estilo.

    • Cristiano

      16 de junho de 2012 at 15:23

      Parece os bonecos do desenho Scooby-Doo, ombros estufados e queixo e testa largos, hehehehe!!!! Repare!

      • D7V5

        17 de junho de 2012 at 12:59

        É mesmo. Isso faz com que ele fique + jovem, ainda que tenha linhas tradicionais para jipes.

  3. kitokar

    16 de junho de 2012 at 10:17

    Tô fora. Por 70 mil compro um Honda CR-V 2010!

    • Granma

      16 de junho de 2012 at 11:31

      Se esse honda for ZERO KM tambem compro !!

    • charle bronson

      16 de junho de 2012 at 11:50

      Concordo….

      Não acho o Duster ruim… o preço que é o problema de todos os carros aqui no brasil.

      Vamos Imaginar o Brasil um pais justo e decente:

      Preço da Duster 4WD: 30.000

      Preço da nova Ecosport: 32.000 ( 2 mil mais cara por ser um lançamento)

      Eu ficaria com a Duster porque ela parece passar mais robustez . Não é um primor em beleza… mas parece que é mais "honesta" na sua categoria.

      Pronto! acordei!!! voltei para a realidade na republica das bananas….

      DUSTER 4WD: R$69.990!!!!!

      VOU VOLTAR PARA CAMA E DORMIR…. NÃO ESTOU MAIS AGUENTANDO A REALIDADE….

      • CLint EasTwood

        16 de junho de 2012 at 20:04

        Bons sonhos Baby.

      • D7V5

        17 de junho de 2012 at 13:02

        Valeu a ilusão …

    • Antonio_Sergio

      16 de junho de 2012 at 12:39

      Com dois anos de (qual?) estrada.
      Será que esse período de uso desconhecido justifica tal compra?

      • Sias

        16 de junho de 2012 at 20:03

        A compra que hoje não se justifica é a de 0km. Enquanto estiverem cobrando caro por porcarias, o usado é melhor negócio. Palavra de quem comprou dois carros 0km…..

        • Brazuca

          17 de junho de 2012 at 8:28

          O usado é negócio pior ainda. Você leva um trambolho sujeito a quebrar por falta de cuidado do antigo dono quase pelo mesmo preço de um 0km com garantia.

          • Sias

            17 de junho de 2012 at 17:26

            Pra comprar carro usado é necessário conhecer realmente automóveis, não só na teoria. Pra quem não sabe nada o melhor mesmo é comprar carro 0km.

            Agora…usado por quase o mesmo preço de 0km? Se comprou já mostra que "bom" comprador é….

          • Brazuca

            17 de junho de 2012 at 19:14

            Na verdade negócio bom é ficar com o velhote na garagem o máximo de tempo possível.

    • Pafi

      17 de junho de 2012 at 8:08

      Além do que o CR-V anda menos do que o Uno Furgão 1.3!!!! Sinceramente, não sei o que a galera vê nesse CR-V. O que adianta qualidade de acabamento e o carro ser manco?

  4. Fillipe

    16 de junho de 2012 at 10:41

    Tambem concordo com o colega acima, prefiro o duster, é espartano é, mas cabe a familia e pra ir na roça, é bem melhor que muito off road de patricinha.
    Aposto que quem fala mal, não tem condição de comprar, eu precisava muito de um carro traçado para ir ao sitio, que tem uma estrada ate boa em epoca de estiagem, mas quando chuvia, ficavamos ilhado, um amigo uma vez foi pra propiedade nessa epoca, achando que a eco sport dele sairia sem dificuldade, resumo, precisei ir com uma L200 buscalo.
    Quase comprei uma tr4, excelente carro, robusto e é um MIT, porem, revisões acima de1000 reais, e o 4×4 mecanico por 75900. Ai fui conhecer o duster, fiz um test drive em uma pista off, o carro enfrenta tudo, revisões tabela da qual á mais cara, com 50000km é de 600 e por 65900, 10000 a menos, preferi o duster, ainda mais que os meninos couberam mais confortavel…

    • GUATUPE

      16 de junho de 2012 at 19:12

      Se os que falam mal do Duster, o fazem por não ter dinheiro para compra-lo? Acredito então que os mesmos falarão mais mal dos outros SUVs do mercado, por ostentarem preços maiores.

      • Sias

        16 de junho de 2012 at 20:05

        É sempre a mesma ladainha…quem critica é porque não tem dinheiro pra comprar….só rindo.

        • Alexandre

          16 de junho de 2012 at 20:40

          Duster também é assim amigo, se quebrar demmmmooooooooorrrrrrrrrraaaaaaaaaaa para arrumar peças, vai vendo…,

          • Brazuca

            17 de junho de 2012 at 8:29

            TODOS os off-road são assim, quebrou demora para arrumar peças.

          • D7V5

            17 de junho de 2012 at 13:04

            Isto é sério, e as montadoras deveriam se preocupar …

          • Fernando Bravo

            20 de junho de 2012 at 16:37

            Bom, já vi até GOL parado na oficina por mais de 30 dias, por falta de peças… Focus por mais de 45 dias… C3 por mais de 20 dias… Todos nacionais ou do mercosul, e então??? como fica???

    • Alexandre

      16 de junho de 2012 at 21:03

      Antes de mais nada, se vc tivesse dinheiro tenho certeza q vc não teria Duster e teria sítio em um lugar melhor. Conselho: roda devagarinho pq a versão nacional não tem controle de estabilidade e se aparecer um alce pára o carro pq ele não consegue desviar (ah, não devia ter isso no circuito off q vc rodou).

    • @jsmorais

      6 de março de 2013 at 10:42

      O cara aqui não usou como argumento apenas o fato dos reclamões não terem grana… E a verdade é que muitas vezes é isso mesmo! Falam mal, mas continuam com seus Chevettes e Voyages…rs! Quem tem dinheiro, não se preocupa com o que vai gastar. Portanto, opinião abalizada mesmo é de quem pode comprar e comparar, eventualmente, com as suas necessidades. E foi o que esse cara, Filipe, fez. Mostrou que o Duster supriu suas necessidades e, creio eu, deixou claro a qual público melhor atende. Opções ditas "off road" tem aos montes: Eco, Tucson, TR4 e até o tal Pálio Adventure e similares. Fisgam compradores desatentos e acabam deixando eles na mão quando realmente se precisa atravesaar uma estradinha que tomou um pouco mais de chuva… Por isso, parece sim uma opção honesta. Ainda é cara, claro. Mas se ele serve pra estrada, serve pra cidade e ainda te permite passear numa trilha e te levar numa cachoeira sem passar vergonha, sendo isso o que o consumidor está a procura, valerá a pena! O ideal: ter 1.0 pra andar na cidade, um 2.0 pra estrada e uma Troller ou Jipe pra trilha… Quem pode custear isso? Poucos… Por isso, opções como as do Duster, sempre são bem vindas… Ainda nao comprei o meu, mas no momento parece tentador!

  5. zeuslinux

    16 de junho de 2012 at 11:06

    Até que o acabamento dessa versão não está ruim não.

    Apesar de não ser luxuoso, pelo menos está coerente com um carro com visual "aventureiro". Está melhor, na minha opinião, do que o interior do Fluence, um sedã médio (aqui no Brasil visto como carro de luxo) que compete com carros com interior mais luxuoso e/ou mais bem acabado.

    E o visual exterior do carro, apesar de não ser lindo, também não é horroroso e pelo menos tem um visual de carro robusto, de uma SUV e não de um carro popular maquiado de aventureiro. Nesse ponto ele lembra um Tucson.

    E entre esse Duster 2.0 e o Tucson, o Duster é mais barato, mais leve, tem mais torque e não é da CAOA. Entre os 2 eu compraria o Duster.

    E entre o Duster e o Ecosport, eu achei feio o novo Ecosport e acho também que o Duster será mais barato. Também achei que o novo Ecosport está com uma carinha de carro de brinquedo. Parece que ficou com mais cara de carro "adventure" do que o modelo antigo. Comparia o Duster entre os dois.

    • Eudi Novo

      16 de junho de 2012 at 12:20

      Na estrada, mesmo com o carro cheio, meu Tucson andou muito mais que um Duster que pelejou para me passar…… e olha que eu fui várias vezes para a pista da esquerda na BR 381. Gosto do Sandero, mas vê-se nitidamente que o Duster é um simplesmente um Sandero engordado…..

      • D7V5

        17 de junho de 2012 at 13:00

        Ei, não faz pouco.
        Você tem um veículo + caro. Compara =.

        • Eudi Novo

          18 de junho de 2012 at 10:24

          Tucson com marcha mecânica está por R$ 60.000…. e é o 0 km…..

      • Iorgue

        18 de junho de 2012 at 11:20

        " meu Tucson andou muito mais que um Duster que pelejou para me passar…" Mas, afinal, passou ou não?

        • Eudi Novo

          18 de junho de 2012 at 12:50

          Porque eu deixei…. (para quem saber ler, pingo é letra….)

      • João

        22 de junho de 2012 at 16:38

        Devia ser o 1.6 com certeza, ou o cara não sabia pisar no acelerador, porque esse 2.0 aí… acho que não perde não hein… Mas claro, contanto que o seu Tucson não seja o V6…rs

      • Diego

        29 de novembro de 2012 at 2:33

        Nao viaja." Tenho os dois… O motor do duster eh milhoes de x melhor q o da tucson!

    • Leandro1978

      16 de junho de 2012 at 14:38

      Olha, acabei de voltar de uma concessionária Renault e vi o Fluence de entrada e esta versão do Duster. Olha, o Duster nem de perto tem acabamento melhor que o Fluence. Este possui o painel e portas dianteiras com o acabamento emborrachado na parte superior (as traseiras são de plástico duro). O Duster é todo de plástico duro. O tecido do banco também é superior no Fluence, embora o Duster tivesse o estofamento em veludo, mas, pelo menos nesta unidade que vi, o tecido parecia não estar bem encaixado na almofada, formando vincos ao sentar (mais ou menos como uma cama mal arrumada). O do Fluence estava bem colado. Além dos bancos acomodarem melhor no Fluence. O que não gostei, mais uma vez, foi o péssimo atendimento da concessionária Renault. Simplesmente não fui atendido (mais uma vez). Na loja ao lado, da Ford, não fiquei 2 minutos sem que a atendente viesse perguntar qual era a minha preferência e indicar um vendedor que me atendeu prontamente e que sabia as características do carro que estava interessado (New Fiesta). O mesmo ocorrendo pouco antes em uma GM (onde vi Sonic, Cobalt e Cruze).

      • Matheus_P

        16 de junho de 2012 at 16:57

        esse colega aí de cima não soube o que disse. Já vi o duster e já andei várias vezes num fluence… nem tem como começar a comparar…

        • Cristiano_RJ

          16 de junho de 2012 at 19:19

          Também estive em uma concessionária Renault e tive a oportunidade de ver um Duster top lado a lado com um Fluence. A diferença de nível das cabines é gritante. Enquanto no Duster há uma sensação de simplicidade exagerada, parece um carro popular, no Fluence, o ambiente é muito mais agradável. É até difícil de acreditar que são produtos na mesma faixa de preço.

          • zeuslinux

            16 de junho de 2012 at 21:12

            Mas os SUVs estão mais caros mesmo por questão de modismo hoje em dia. Então o Fluence custar quase o mesmo que as versões de entrada do Fluence não está muito ruim não.

            Veja a diferença de preços entre a CR-V e o Civic ou entre o ix35 e o Sonata p.ex. As SUVs são em geral até mais caras que as versões top dos sedãs equivalentes da mesma marca.

            Não estou dizendo que o acabamento do Duster é bom ou o ideal. O que eu disse é que comparativamente aos concorrentes do mesmo segmento, o acabamento do Fluence é inferior também a vários dos sedãs concorrentes. Você pode até comprar o Fluence pelo motor, transmissão ou acessórios, mas dificilmente vai comprar pela beleza do interior ou mesmo a do exterior. O mesmo pode acontecer com o Duster, que não é tão horroroso assim.

          • Cristiano_RJ

            19 de junho de 2012 at 8:01

            Entendo o que você quer dizer sobre as SUVs serem modinha e absurdamente caras. Em minha opinião, é o segmento onde estão os piores custo-benefícios do mercado. Agora, não há como comparar o interior do Duster e do Fluence. Assim como não dá para afirmar que o Fluence é pior que seus rivais em acabamento interno. Sim, seu interior é pouco inspirado e ele não é a referência do segmento nesse quesito, mas também está lónge de decepcionar. Seu acabamento condiz com o preço pedido por ele, diferente do Duster.

            PS. O sonho de minha esposa é uma SUV. Quase, quase, ela compra um Duster. O que a fez mudar de ideia? O acabamento interno. Foi ela entrar no "jipinho" pra ficar decepcionada. Hoje, ela está aguardando a nova Eco e também pensa em um Aircross com o novo motor 1.6 flexstart. O Duster ela disse que só compraria se a Renault desse um bom desconto após o lançamento da Ford chegar.

          • Rodrigo Botecchia

            18 de junho de 2012 at 7:36

            E essa sensação de "simplicidade", plásticos duros e afins é notado ainda mais numa Pajero TR4!
            É bem mais cara, tem um motor beberrão (e manco) e um acabamento que não condiz com o preço absurdo dela.
            O Duster é mais honesto.

          • Cristiano_RJ

            19 de junho de 2012 at 8:03

            Bem, também considero a TR4 extremamente cara e a proposta do Duster mais honesta. Mas o erro de um não justifica o erro do outro. O fato é que há mais semelhanças do que diferenças entre o acabamento de um Duster e de um Sandero.

        • Alexandre

          16 de junho de 2012 at 20:53

          Joselito sem noção, o Fluence não tem acabamento de carro popular, o Sandeirão tem um acabamento prá lá de Espartano.

      • D7V5

        17 de junho de 2012 at 13:02

        Comparar SUV com sedam médio? Birrazo. Mas o dinheiro e o gosto é seu.

      • Fernando Bravo

        20 de junho de 2012 at 16:34

        Qual a sua cidade e qual era essa CCS???

  6. PEDRO PAULO

    16 de junho de 2012 at 11:30

    Honda CR-V 2010! se quebrar tá lascado,todos os componentes importados.

    • D7V5

      17 de junho de 2012 at 13:06

      Compra Toyota, Land Rover, Mercedes e BM …

  7. alex

    16 de junho de 2012 at 11:33

    com a saida da GT agora sim podemos falar bemvinda Dacia ao Brasil. Troca a chapa na entrada da fabrica Renault!!

  8. Dallossi

    16 de junho de 2012 at 12:47

    Não é meu tipo de carro, mas também ficaria com um Duster, se fosse comprar algo neste segmento.

    • D7V5

      17 de junho de 2012 at 13:07

      Esse é o segmento herdeiro das peruas. Precisa de uma para a família, compra SUV.

  9. Bagual

    16 de junho de 2012 at 13:38

    Por 70.000 pilas, imperdoável não vir com controle de som no volante.

  10. H_Joe

    16 de junho de 2012 at 14:39

    Tem borracha no painel? Ou é somente plástico?

    • D7V5

      17 de junho de 2012 at 13:08

      Parece plástico … Vale checar na concessionária.

      • H_Joe

        17 de junho de 2012 at 16:50

        Isso pra mim é um problema, não gosto de carros que só tem plástico… Só não ligo se for caminhonete..

  11. GUATUPE

    16 de junho de 2012 at 15:02

    No mercado mais democrático do mundo os EUA, pois lá são comercializados veículos das mais diversas origens, atualmente até a FIAT tem sem representante, não houve espaço para veículos franceses. Daí me pergunto, o que tem de especial nestes romenos da Dacia: Logan, Sandero, Duster, para fazerem sucesso aqui no Brasil. Convenhamos, o Duster em design já nasceu velho, isto no meu entender encurtará seu período de sucesso e consequentemente sua vida no mercado. Carplace, SUV francês para identificar o Duster, aí já é forçar a barra. A Renault aqui no Brasil oferece de francês apenas Megane GT e Clio, até o Fluence não é de berço francês, o desenvolvimentio de seu projeto frequentou as pranchetas coreanas da Samsung.

    • charle bronson

      16 de junho de 2012 at 16:22

      Design?

      Para que um "SUPER DESIGN" para acabar na primeira valeta que tiver no seu caminho… agora você falar que o material usado no interior é ruim, o motor não é bom, o câmbio é ruim, ai tudo bem…

      Se você necessita de "Design", é melhor vc procurar outro segmento e outras marcas.

      • GUATUPE

        16 de junho de 2012 at 22:39

        Respeito sua opinião. No meu caso, procuro sempre propostas as mais completas possíveis, incluindo aí o design. Não quero veículo que me faça sistematicamente buscar a entrada principal de minha residência, para não ter que passar pela garagem e olhar para algo que não me encha os olhos.

    • Milton_GT

      16 de junho de 2012 at 17:01

      Comparar o mercado americano com o brasileiro não leva a nada, pois são mercados totalmente diferentes. O Brasil tem suas características próprias, tem regiões que parecem a Europa, tem regiões que parecem os EUA e tem regiões que parecem a Africa, então um veículo fabricado no Brasil tem que enfrentar tudo isso. Nos EUA é tudo uniforme, você numa cidadezinha do interior de Ohio por exemplo, encontra tudo para o seu carro que existe em qualquer outra região do país. Sem contar que nos EUA os carros são baratos, então a vantagem do Duster desaparece, pois com alguns dólares a mais se compra um veículo bem superior, sem contar que nos EUA, quanto maior melhor, então o Duster é pequeno para eles, preferem SUV monstruosas e bem mais sofisticadas, afinal eles tem dinheiro para pagar.

      • GUATUPE

        16 de junho de 2012 at 19:05

        Amigo, parece que você matou a charada ao dizer que o Duster vende pelo preço "baixo", assim, não havendo outras "qualidades", não teria mercado nos EUA. Isso demonstra que brasileiro compra veículo pelo preço, dando pouca importância para design, tecnologia de ponta, qualidade, durabilidade, segurança, dentre outras questões. Explicando, quando fiz referência ao mercado dos EUA, não citei explicitamente o Duster, mas sim, fiz menção a toda a industria francesa e seus produtos. Pois que me conste, o mercado daquele país, é zona livre de veículos oriundos da França!

        • pedro37

          18 de junho de 2012 at 22:45

          Americano nao gosta de frances e ponto! Assim como as marcas japonesas tambem vendem pouco na europa. Simples assim.
          Na Alemanha, França, Italia e outros paises europeus, as marcas francesas vendem muito bem.
          Sinceramente, acho que os europeus entendem mais de carro que os americanos. Americano entende de camionete!

      • Alexandre

        16 de junho de 2012 at 20:47

        Simplificando, americano não gosta de porcaria, simples assim! Se até 500 tá vendendo bem lá assim como outros carros bem menores q o Monster só podemos concluir o óbvio, porcaria lá nã tem vez!

    • D7V5

      17 de junho de 2012 at 13:10

      Americanos adoram viajar a Paris. Mas não gostam, (como muitos de nós também) dos carros franceses.

    • Fernando Bravo

      20 de junho de 2012 at 16:40

      Bom, o novo Ecosport é super atual em design e eu achei ele horrível!!! Gosto é gosto, cada um tem o seu…

  12. Cristiano

    16 de junho de 2012 at 15:22

    MAS O MOTOR SEMPRE TEM QUE TRABALHAR COM O CÂMBIO… Tem de escrever assim: "o motor trabalha em harmonia com o câmbio."

    • D7V5

      17 de junho de 2012 at 13:10

      Acho que está certo …

  13. leonardo

    16 de junho de 2012 at 17:02

    Carro rubusto so na aparencia né? 4×4 sem reduçao e com o lock que desativa a 80 km. rsrsr . Faz uma trilha com ele nos lençois maranhenses ou nas trilhas das usinas aqui no nordeste e depois me conta o que sobrou dele.

    • D7V5

      17 de junho de 2012 at 13:12

      Leonardo, acho melhor alguém do Maranhão realmente fazer o percurso para depois comentar.

  14. Gerson

    16 de junho de 2012 at 21:26

    Pessoal , sou bancário mas acompanho muito o setor automotivo e tenho uma amigo que trabalha na RENAULT, concordo que a RENAULT tem muito o que melhorar em questão de ESTILO e ACABAMENTO INTERNO , mas a robustez, motor, durabilidade e suspensão são imbatíveis.
    Quanto a comparação DUSTER x FLUENCE , são 2 propostas bem diferentes o DUSTER é um legítimo fora de estrada, aguenta qualquer terreno e sua posição elevada de dirigir é maravilhosa, mas nem de longe tem os mimos de um FLUENCE com direção elétrica, Ar Digital Dual Zone com saídas traseiras , CHAVE HANDS FREE , único sedã médio do Brasil nessa faixa de preço apartir de R$ 57.000,00 que tem isso além dos 6 AIR BAGS com 8 pontos de proteção e o que me surprendeu que desde o Fluence Dynamique manual de ENTRADA TEM TUDO ISSO , o 408, New Civic, Corolla, 408, Jetta de entrada eles tiram todos esse mimos, e a mais de 140 km/h o meu FOCUS SEDAN 2011 PAREÇE UMA CARROÇA pelo BARULHO do vento e motor , resumindo já coloqeui meu focus a venda e vou de fluence sem sombra de dúvida.

    • KitoNorat

      17 de junho de 2012 at 1:30

      O Fluence é quase a mesma coisa que o SENTRA. Já que os dois são feios por dentro e por fora mesmo, é melhor ficar com o mais barato: SENTRA!

  15. MARCOS

    16 de junho de 2012 at 22:13

    a verdade é só uma, temos os piores carros do mundo e os mais caros. só isso.

  16. D7V5

    17 de junho de 2012 at 13:14

    Acredito que o Duster veio para ficar. Nosso país é grande e as estradas precárias. Nosso governo consente que o povo brasileiro tenha que pagar altos impostos, então a proposta do Duster faz sentido no Brasil. Mesmo que não faça no Brazil ….

  17. QUARAI

    17 de junho de 2012 at 22:22

    PODEM FALAR O QUE QUISEREM, CONTINUO ACHANDO ELE MUUUUUUUITO FEIO, OLHEM BEM……PARA ENTRAR NA MODA A RENAULT PEGOU PEÇAS DE SANDERO (PORTAS) E SEI LÁ O QUE DO LOGAN, FORAM JUNTANDO E DEU NISSO E O POVO COMPRA POR SER OU PASSAR A REFERÊNCIA DE CARRO GRANDE DANDO STATUS. COISA DE BRASILEIRO QUE QUER APARECER, PAGANDO POR UM CARRO COM ACABAMENTO DE POPULAR O ABSURDO DE QUASE R$70.000 E DA-LHE ZÉ POVINHO

    • Rogério

      21 de junho de 2012 at 11:56

      O Quaraí só anda de ônibus, então ele pode criticar qualquer carro…rs

  18. Gerson

    18 de junho de 2012 at 23:31

    QUARAI ? QUE CARRO VOCÊ TEM ? EU NÃO ENTRO EM CARROS DE OUTRA MARCA PARA FICAR DESTILANDO VENENO, REPITO TENHO UM FOCUS E VOU PARA RENAULT…. JÁ VOCÊ DEVE TER UM MOTIVO PARA TANTO ÓDIO DA RENAULT … SÓ PODE SER DE OUTRA MONTADORA NÃO TEM OUTRA EXPLICAÇÃO… QUANTO A ACHAR FEIO É QUESTÃO DE GOSTO E RESPEITO ISSO … MAS UM SUV TIRAR O TRONO DA ECOSPORT QUE REINAVA ABSOLUTO HA UNS 10 ANOS , NÃO PODE SER TÃO RUIM ASSIM…

  19. Carlos

    6 de julho de 2012 at 18:02

    Pois é meu povo – li muito sobre o Duster antes de me decidir pela compra – inclusive o manual disponibilizado no site da Renault. A primeira coisa que eu descobri – pelo manual – que o famoso barulho de vento (parecido com janela aberta) a partir dos 80 km/h é resolvido com ajuste da antena do rádio. É…… manual foi feito para ser lido – inclusive para quem faz teste para revista a exemplo do teste dos 100dias. Mas vamos a vaca fria. Depois de muitos testes – em várias concessionárias – sempre na versão automática decidi comprar a Duster. Consegui um preço razoável na concessionária Renault de Lages (moro em Itajaí). Então meu primeiro contato longo com o carro foi justamente a viagem de Lages a Itajaí pela BR 470 – quem conhece sabe o pepino. Pois muito bem – abasteci com gasolina – inclusive o reservatório de partida a frio e me joguei na estrada – no primeiro trecho até Rio do Sul a média foi 11,6 km/l (neste trecho o trânsito flui tranquilo e pude andar entre 110 e 120 km/h). Fiquei agradavelmente surpreso com este desempenho. O segundo trecho Rio do Sul – Itajaí – mais complicado – onde as velocidades médias não passam de 60km/h (é claro que em alguns momentos cheguei a colocar 140 km/h – mas num percurso pequeno) – o carro teve um desempenho melhor consegui a surpreendente média de 12,8 km/l – quero destacar que sempre com o ar ligado.
    Quero destacar ainda que peguei o modelo 2012/2013 – automático e até o momento nenhum dos problemas apontados na internet foram verificados (barulho de vento após 80km/h – vibração na direção hidráulica – excesso de barulhos). Quanto ao rádio verifiquem se esta no sistema RDS – caso contrário recorram ao manual.
    Troquei meu C4 pelo Duster e não me arrependi – logicvamente falta alguns mimos – mas nada que comprometa e que não possa ser resolvido com a colocação de alguns acessórios (módulo de levantamento do vidro – descanso de braço – faixas laterais etc…).
    A altura e o espaço interno aliado ao bom desempenho do motor são o ponto auto do carro. Recomendo a compra sem pestanejar – sem esquecer o destaque que esta se refere a versão automática (excelente).

    Valeu.

  20. Júlio Beckenkamp

    7 de julho de 2012 at 11:08

    Infelizmente no BRASIL o preço dos carros é um absurdo, a diferença com outros países chega ser mais que o dobro, e por vários fatores, como impostos altos, lucros exorbitantes das montadoras, custo Brasil, etc…
    porém todo mundo quer ter o seu, não é mais só conforto e sim necessidade, por isso que as montadoras se aproveitam disso, um mercado em potencial, com a procura maior que a oferta. Com tudo isso existe um detalhe, os governos (municipais, estaduais e federal) não estão dando conta da infraestrutura do trânsito para comportar tantos carros em nossas estradas, ruas e avenidas, pois a logística é muito grande, vamos ver no futuro o que vai dar. Sobre o Duster, não podemos compara-lo com outras SUV (Captiva, CR-V, Edge, Hilux, IX-35, Sportage, TR4, Freemount, etc…), começando pelo valor (custos), principalmente as com opcionais 4×4 e automático, considero uma das melhores opções do mercado, acho o carro atraente e com um visual diferenciado, com um ótimo conjunto motor e câmbio, só o acabamento interno poderia ser um pouco melhor (menos plástico), espero que aprove no quesito durabilidade.

  21. sandra

    24 de julho de 2012 at 12:13

    A pior pós-venda do Brasil, há literalmente cinco meses requistei umaa chave com comando na Azzura concessionária no Rio De Janeiro e continuo esperando mesmo apelando par a a Renault e nada, e agora para completar o carro com apenas 318 kilometros está com problema de bóia, agendamento só para final de Agosto. Paguei 61.000, 00 para não ter sossego. Estou no meu limite de Stress

  22. rani

    29 de agosto de 2012 at 18:35

    eo cr-v como fica

  23. EAPPAIVA

    8 de setembro de 2012 at 22:19

    É SIMPLES ASSIM. CARRO NO BRASIL É MUITO CARO (IMPOSTOS/LUCROS DE MONTADORAS). SE LEVAR DUSTER 4X4 ANALISANDO O CUSTO BENEFÍCIO. ENTENDO SER UMA BOA COMPRA. O CARRO É COMPETENTE. O ACABAMENTO É DE MÉDIO PARA FRACO. CONTUDO, SE QUISER ACABAMENTO DE PRIMEIRA, ENTÃO PAGUE MAIS CARO E TERÁ. PORTANTO DEVERÁ SER ANALIADO SEMPRE CUSTO X BENEFÍCIO.

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